Aprenda sobre o poder das folhas de louro

O louro é muito eficaz para variados fins medicinais e muito útil durante a vida.

Esta é uma velha receita. Mas, antes de saber por que ela deve ser feita, vale a pena saber um pouco sobre o louro.

O louro é usado desde os tempos antigos. Já foi símbolo de poder: reis e imperadores usavam coroas de louro na Antiguidade. Tradição mantida, na atualidade, nas coroas dos vencedores de competições desportivas.

Nas folhas de louro se encontra um azeite essencial composto de cineol e eugenol. Elas têm muitas propriedades que são atribuídas principalmente aos seus óleos essenciais, que curam muitas doenças.

O louro é excelente para tratar tonturas, depressão, nervosismo, pânico, falta de vontade, falta de apetite, problemas na bexiga, no pulmão, dor de estômago, parasitose, digestão lenta, stresse, surdez, dor de garganta, como regulador menstrual, doenças cardiovasculares, dores articulares e musculares, dores cabeça, limpa o trato respiratório e refresca o ambiente.
Tem ótimas qualidades diuréticas, anti-inflamatórias e é um bom protetor do coração.

Alguns usos medicinais do louro passados de geração em geração:

1. Para melhorar a digestão e regular a menstruação

Coloque 2 pequenas folhas de louro em 1 copo de água fervida. Tome de 2 a 3 xícaras por dia.

2. Para levantar o ânimo

Deixe de molho 3 folhas em 1 copo de água durante a noite. No outro dia, beber esta água na parte da manhã assim que acordar.

3. Para aliviar contusões e acne

Deixe em imersão um punhado de folhas de louro em 250 mL de azeite de oliva por 15 dias. Coe e aplique o óleo com gaze sobre as lesões cutâneas.
Observação: Faça antes um teste aplicando uma pequena quantidade do óleo no cotovelo para ver se ocorre alguma reação alérgica.

4. Para aliviar dores articulares e musculares, herpes e também para curar doenças de pele

Ferva um punhado de folhas de louro esmagadas até secar toda a água. Coe antes que esfrie, reservando a gordura que se separará. Esfregue esta “manteiga” nas áreas afetadas.
Observação: Faça antes um teste aplicando uma pequena quantidade da gordura no cotovelo para ver se ocorre alguma reação alérgica.

5. Para tonificar músculos flácidos e doridos

Ferva um punhado grande de folhas em 2 litros de agua durante 15 minutos. Coar e colocar a água numa banheira ou tina para banho.

6. Para limpar as vias aéreas e aliviar dores de cabeça e o stress

Queime algumas folhas de louro e inale a fumaça. Pode usar 1 folha grande e levá-la ao fogo do fogão. Assim que começar a queimar, retire-a do fogo e, com cuidado, inspire a fumaça que sairá da folha. Faça isso várias vezes (a folha apagará também várias vezes) e sempre com cuidado para não se queimar.

Outra opção é colocar várias folhas num objeto cerâmico resistente ao fogo, e queimá-las. Depois, é só inspirar o fogo das folhas queimadas.

Na Antiguidade queimavam folhas de louro nas casas dos enfermos para purificar o ambiente.

Big Eyes, de Tim Burton

Numa época onde os direitos da mulher eram ainda eram menores do que hoje, acreditar na nossa força de luta é imprescindível. ✊?
A luta continua mulheres, porque na verdade ela nunca acabou.

Grandes Olhos (Big Eyes) conta a história verdadeira de uma das mais épicas fraudes na História da Arte. No final dos anos 1950 e início dos 1960, o pintor Walter Keane (Christoph Waltz) alcança um sucesso além do que imaginava, revolucionando a comercialização da arte popular com suas pinturas enigmáticas de crianças abandonadas com grandes olhos.

A verdade bizarra e chocante seria eventualmente descoberta: os trabalhos de Walter não eram criados por ele, mas por sua mulher, Margaret (Amy Adams). Os Keanes, ao que parece, viviam uma mentira colossal que enganou a todo o mundo.

Uma história incrível demais para ser ficção, Grandes Olhos é centrado no despertar de Margaret como artista, o sucesso fenomenal de suas pinturas e sua relação tumultuada com o marido, que foi catapultado à fama internacional levando o crédito pelo seu trabalho.

Margaret tornou-se depois numa defensora das causas feministas ao enfrentar seu marido nos tribunais para provar a verdadeira autoria do seu trabalho.

O que fazer antes dos 30 para estar incrível aos 50

O site Quora realizou uma pesquisa e perguntou para pessoas com mais de 50 anos que conselhos elas dariam para que as pessoas com 30 anos pudessem ter um futuro melhor. As respostas foram simples, sábias e certeiras. 🙂

    1. Pare de fumar. «Se você pudesse me ver agora mesmo, eu ficaria de joelhos — meus velhos e estridentes joelhos — e pediria que pelo menos você pensasse em parar de fumar», disse uma mulher. Ela tem razão: fumar é caro, a pessoa fica fedida e aumenta muito a possibilidade de ter mais problemas de saúde. Não acha que é melhor parar?

    2. Use protetor solar. Gosta de rugas, pele cheia de escamas e de manchas? Então corra para a praia sem protetor solar.

    3. Comece a economizar. Sim, um conselho chato e desinteressante, mas necessário. Com 30 anos você tem a possibilidade de economizar um pouco. Portanto, comece agora para ter economias e envelhecer sem mais preocupações.

    4. Mantenha (ou retome) a boa relação com a sua família. Inclusive se você pensa que a relação é complicada e que todos se odeiam, o convívio é necessário. Os laços familiares são importantes. Muito provavelmente você vai perceber isso em breve.

    5. Acumule lembranças, não coisas. Você é o que você vive. É muito triste acordar aos 50 anos e saber que você tem apenas bens materiais e nada mais. As lembranças são eternas e nunca perdem o valor.

    6. Aprenda a doar. Seja generoso, dê a quem precisa, e faça isso de coração. Não espere nada em troca e seu coração será recompensado.

    7. Faça exercícios. Isso é MUITO importante. Mantenha um estilo de vida ativo para se manter ativo aos 50. Tente não engordar, faça exercícios e coma coisas saudáveis.

    8. Fique alegre pelo que você tem. A felicidade é muito mais valiosa que a fama ou o sucesso. Ao invés de se queixar, aprenda a se alegrar com o que tem e a felicidade só vai aumentar.

    9. Não deixe assuntos pendentes para depois. Quer comprar uma casa? Escrever um livro? Fazer um doutorado? Tocar um instrumento? Abrir um próprio negócio? Comece HOJE mesmo, não deixe para amanhã. Depois dos 30, o tempo passa mais rápido.

    10. Durma bem. Durma o suficiente. Tente se deitar e acordar sempre na mesma hora para evitar insônia.

    11. Cuide dos dentes. Com a idade, os problemas na boca só aumentam. Curá-los fica cada vez mais demorado e caro.

    12. Seja curioso. Saia de casa e faça alguma coisa louca. Invente uma aventura! Tire fotos e guarde essas lembranças para sempre.

    13. Pare de comer porcarias. Durante a sua vida, você pode ganhar muito dinheiro e comprar muitas coisas. Não obstante, há uma coisa que você nunca vai conseguir comprar: saúde. Pare de comer porcarias e comece uma alimentação saudável.

    14. Leia pelo menos 10 livros por ano. O seu cérebro precisa de exercício. Por isso, saia da frente da televisão, pegue um bom livro e deixe a sua imaginação voar.

    16. Aprenda a meditar. Você não vai demorar muito para aprender e os benefícios são enormes. Muitos cientistas comprovaram que meditar é uma ótima forma de transformação pessoal.

    17. Viaje o máximo possível. As viagens são a melhor forma de transformação. Elas nos trazem respostas, nos inspiram, abrem os nossos olhos e nos obrigam a enfrentar desafios. Viajar é a melhor forma de se sentir vivo.

    17. Para de se comparar com os outros. Tenha certeza de que, quando tiver 50 anos, você não vai estar nem aí para o que os outros pensam de você. Por isso, sempre seja você mesmo. Comece hoje mesmo!

    18. Escreva um diário. O mais provável é que você esqueça a maior parte das coisas que aconteceram na sua vida. Sendo assim, escreva e guarde o maior número de fotos que puder.

    19. Cuide dos seus amigos. Dê apoio aos seus amigos, divirta-se com eles, faça besteira com eles. Aproveite a vida ao lado de quem você ama.

    20. Tenha um lugar próprio. Sim, isso não é simples hoje em dia, mas tente conseguir um lugar que você possa chamar de lar.

Como cuidar dos cabelos brancos

Nem todas as mulheres se sentem confortáveis ao exibir fios brancos, mas a verdade é que eles são muito charmosos. Se está tentando se adaptar ao visual grisalho, essas dicas são para você. Reunimos truques e cuidados para manter suas madeixas incríveis:

Atenção à cor
Os fios brancos tendem ao amarelado com o tempo. A culpa disso é da exposição ao sol, ao cloro e a outros agentes externos que danificam a fibra. Para evitar que aconteça por aí, invista em xampus de cor cinza ou roxa. A pigmentação desses produtos neutraliza o tom amarelo e devolvem o brilho prateado natural dos fios brancos. Também vale apostar em máscaras e condicionadores com essa proposta.

Cuidados: Esse tipo de cosmético exige um tempo de pausa. O que é isso? Aquele momento em que a gente passa o produto e aguarda alguns minutinhos enquanto ele age. A ressalva, nesse caso, é de que se respeite o período recomendado na embalagem: ultrapassá-lo pode sobrecarregar os fios e deixar seu cabelo lilás. o efeito sai em algumas lavagens sem maiores problemas, mas, se podemos evitar que aconteça, é melhor, não é?

Hidratação
A falta de melanina, pigmento que dá cor aos cabelos, potencializa o ressecamento. Isso significa que eles perdem a maleabilidade e podem ficar quebradiços. Por isso, vale a pena apostar em hidratações feitas com linhas de reconstrução capilar, que reponham a massa e devolvam a força dos fios.

Quais componentes fazem isso?
Produtos à base de queratina, arginina e aminoácidos são ótimas alternativas. Antes de hidratar, lave com um xampu transparente para limpar profundamente e remover o excesso de outras substâncias. Depois do procedimento, aplique um leave-in para selar as cutículas do fio e seque com o secado – o calor ativa essas substâncias e potencializa seus efeitos.

fonte: Claudia

Faxinando a Alma

Quando nos deparamos com a sala da casa revirada pelo avesso, muito suja, nossa primeira reação é parar e olhar completamente desanimada. Contudo, não adianta, simplesmente não adianta. Cedo ou tarde você vai ter que encarar o caos e, quando você decidir enfrentar, tampouco o fará com uma máquina mágica que limpa e arruma tudo com o piscar de olhos (eita que seria bom, né?). Inevitavelmente você terá que começar por um canto, com paciência e muita, muita determinação.

Assim, também é nosso ser interior, quantas vezes não entramos em parafuso, confusão mental, tristeza que a tudo penetra? E me diga se não dá um “tilte” e você simplesmente trava? Pois bem, aqui também, cedo ou tarde, você terá que começar a limpar a cabeça, começar pelo mais fácil, com pequenas, mas concretas e firmes ações.
Tristeza é como aquela corrente com uma grande bola de ferro que, nos desenhos animados, fica presa na perna da pessoa. Prende, imobiliza, pesa muito e dói de verdade verdadeira. Mas, se é um desenho, será que não podemos repintá-lo, tascar tinta em cima e criar um novo quadro? Nos sabotamos tanto que somos capazes de permitir que o primeiro pensamento que nos venha a mente seja: “Mas eu não sei desenhar.” Ora bolas para o pensar. Tem desenho de tudo quanto é tipo, alguns horríveis que meu neto de 4 anos faria muito melhor mas que mesmo assim fazem sucesso. Por que fazem sucesso? Porque a história é boa! E a história quem escreve é você! Somente você!

Então, seguem algumas ideias para nossos constantes recomeços.
Se está se sentindo só, aproxime-se de crianças, não precisam ser suas, basta permitir que a energia viva destes pequenos seres lhe envolva. Conecte-se à natureza, nem que seja aquela árvore da esquina. Mas se tiver a bênção de tomar um banho de rio ou de mar, será perfeito. Pra que fazer isso? Para se desenergizar e se reenergizar! Tá ligado? rs
Se deixou de acreditar nas relações humanas, seja de que tipo forem, rememore sua vida como num filme acelerado. Segure o controle remoto nas mãos e, conscientemente, dispare o avançar se lembranças ruins lhe assolarem. Mas, nos momentos bons, pause e pense. Grave a imagem. Pense não no que aconteceu depois, porque você poderia se detonar com ideias do tipo “Ah, eu não tenho mais isso…”. Pense apenas em como aquilo foi conquistado, no antes, nos passos que deram certo. Percorra caminhos conducentes à felicidade.
Se deixou de acreditar nos outros, desafie-se a listar algo de bom que os outros têm. Proíba-se de centrar seus pensamentos nas coisas ruins da outra pessoa. Afinal, se deixar, quando a gente tá magoado, dá pra fazer uma lista grande. Então, tem que estar atento e, em vez de olhar a cor de burro quando foge do tecido do vestido, perceber os pequenos e delicados bordados.
Se deixou de acreditar em si mesmo, posso estar totalmente errada, mas, honestamente, não creio que adiante de alguma coisa ficar dizendo para si mesmo que você é bom nisso ou naquilo. Psicólogos que me perdoem, mas não acho que autoestima nenhuma seja fortalecida dessa forma. Num plano humano, pense nos momentos em que você foi amado, que lhe demonstraram ternura e amizade. Se isso aconteceu um dia foi porque você mereceu, algo de bom você despertou nos outros e isso já é suficiente. No plano espiritual, melhor tentar a humildade mesmo . Sinto que assumir sua condição de grão de mostarda e colocar-se nas mãos de seu Criador, lhe engradecerá muito mais do que qualquer elogio que possa receber. Fará com que este grão reluza como ouro.
No mais, boa faxina! Se precisar de ajuda, é só chamar, encararemos juntos, de boa.

Liese Cavalcanti, mãe, avó, mulher apaixonada e pensadora
Liese Cavalcanti, mãe, avó, mulher apaixonada e pensadora

Sentimentos reprimidos podem causar doenças físicas

Desabafar mágoa e ser sincero consigo mesmo é sempre a melhor saída para vive bem.
O relacionamento que vai mal, o chefe que faz a maior pressão no trabalho e aquele problema que você tenta resolver há meses te tiram o sono? Que tal desabafar?

Muita gente fica remoendo a mágoa e prefere reprimir a dor por medo de expor os sentimentos ou por não conseguir colocar para fora toda a angústia que está ali martelando sem parar e acaba não percebendo que estocar mágoas e sofrimentos faz mal para a saúde e para o coração.

Nosso organismo não foi feito para guardar mágoas e sentimentos ruins. Tanto o corpo quanto a mente vão pesando na medida em que eles se acumulam e uma hora a panela de pressão transborda na tentativa de aliviar o sofrimento. É um processo natural“, explica a psicóloga e coordenadora do Setor de Gerenciamento de Qualidade de Vida da Unifesp, Denise Diniz.

O grande problema é que na hora da explosão, a pessoa se sente tão sufocada que sai atirando para todos os lados magoando as pessoas que estão ao seu redor sem perceber. É preciso tempo e paciência para aprender a lidar com os sentimentos sem ferir as pessoas e nem a si mesmo“, continua.

Estocar mágoas e sofrimentos faz mal para a saúde e para o coração.
Quem cala consente a dor

Os sentimentos ruins são frutos de expectativas frustradas. Colocamos no outro ou naquela oportunidade a responsabilidade de resolver nossos problemas como se eles não fossem consequências dos nossos próprios atos, daí a mágoa e o ressentimento.

Na medida em que não extravasamos este sentimento e vamos dando a ele uma conotação negativa maior do que de fato ele deveria ter, sufocamos nossos limites emocionais e daí aparecem os sintomas físicos. “Todos nós criamos expectativas sobre a vida e toleramos até certo limite algumas frustrações. Quando elas extrapolam este limite, que é pessoal, e nos fazem sofrer, significa que algo está em desequilíbrio e é preciso resolver“, explica Denise.

O problema é que a maioria das pessoas acha que resolver os ressentimentos é resolver com o outro aquilo que está pendente, o que deve ser feito mesmo, porém, antes disso, é preciso entender o que te de fato te fez mal e porque ganhou tamanha dimensão na sua vida para daí buscar o equilíbrio“, afirma a especialista da Unifesp.

Por que não consigo expressar meus sentimentos?
Muita gente costuma guardar a mágoa e os sentimentos ruins por não conseguir extravasar, daí vem à tristeza e a angústia. Isso acontece porque temos temperamentos e limites diferentes fazendo com que alguns levem sem traumas as decepções do dia a dia, enquanto outros guardem e fiquem remoendo as dores.

“É algo muito pessoal a forma que cada um reage às adversidades. Se você é tímido, reage de um jeito; se é inseguro, age de outra maneira. O importante nesta questão é perceber que quem cria a conotação negativa que gera a mágoa e o ressentimento somos nós. A pessoa pode até ter errado com você, mas a intensidade disso na sua vida quem dá é você mesmo”, explica a psicóloga.

Sentimento reprimido = saúde em perigo
Segundo a psicóloga da Unifesp, a dor emocional se torna física quando a intensidade que damos ao fato que nos magoa chega a interferir na atividade cerebral de modo a dificultar o envio de estímulos nervosos responsáveis pela execução de algumas funções de nosso organismo. “O cérebro deixa de comandar alguma função e o corpo reage sinalizando onde está o problema”, explica.

“A gente se adapta as novas situações, isso é um processo natural, porém, quando algo nos machuca a ponto de extrapolar nossos limites, a dor emocional bloqueia alguma função física que já é propensa a ter problemas ou intensifica os sintomas de alguma doença já existente”, explica Denise.

Para ela, os sintomas emocionais podem acometer três áreas interdependentes das nossas vidas de modo a influenciar umas as outras de acordo com a origem do problema emocional. “Quando a pessoa tem uma doença que tem origem emocional, dificilmente consegue desempenhar com total desenvoltura suas atividades sociais e começa a dar sinais físicos. É um conjunto de fatores que se somam e vão se acumulando. Quando o corpo reage com sintomas de alguma doença é porque a pessoa extrapolou seu limite emocional e o organismo responde tentando eliminar a dor”, explica.

Sintomas que podem estar relacionados à dor reprimida:

Físicos: úlcera, hipertensão, alergias, doenças auto-imunes, roblemas cardiovasculares, asma, estresse, e câncer.
Psíquicos: irritabilidade, ansiedade, agressividade, nervosismo.
Sociais: queda de desempenho no trabalho, tendência ao isolamento, apatia, conflitos domésticos, dentre outros.

Colocar em pratos limpos
É muito comum ouvirmos as pessoas dizendo que se temos um problema com alguém é melhor resolver e conversar para não guardar mágoa porque isso faz mal, porém, esta máxima nem sempre é a melhor opção para quem sofre com problema.

De acordo com Denise Diniz nem sempre as pessoas conseguem lidar com a dor que sentem. “Além disso, conversar com o outro que os magoou significa trair seus valores morais e isso as maltrata mais do que a mágoa ou a dor reprimida”, explica ela. Nestes casos, é melhor trabalhar para que ela supere a dor e siga em frente.

Extravasar sim! Magoar não

Uma hora você estoura! Pois é, isso não é o problema, o grave é quando você o faz e desconta nos outros as dores que são suas, magoando as pessoas ao seu redor. Para evitar que isso aconteça e te ajudar a extravasar, a psicóloga dá algumas dicas:

    1. Aceite que algo lhe incomoda sem medo de expor seus sentimentos, assim você não intensifica a dor remoendo mágoa dos outros.

    2. Detecte o que de fato lhe fez mal para não sair atirando para todos os lados.

    3. Não crie expectativas em relação ao outro para não se decepcionar depois. “Só você pode curar sua dor, não adianta achar que o outro vai te livrar do sofrimento”, diz Denise.

    4. Busque em você e na sua vida todos os recursos que podem te ajudar a superar esta dor: amigos, praticar esportes, terapia, entre outros. “Se pergunte quais destas possibilidades fariam mais efeito na hora de trabalhar a dor que está te maltratando e corra atrás dela. Nem sempre o que lhe indicam é o melhor para você e, às vezes, uma conversa franca é mais útil do que uma consulta”, explica.

    5. Trabalhe sua autoestima: “As pessoas te maltratam se você deixa que isso aconteça. É você quem escolhe as relações que quer estabelecer com as pessoas, por isso, em vez de culpar o outro pelo seu sofrimento, olhe para si mesmo e se ajude”, afirma Denise.

    6. Perdoe. A psicóloga lembra que perdoar não é esquecer o que te fez mal e sim superar e se libertar daquele sentimento ruim: “só nos curamos quando viramos a página e, para isso, é preciso disposição e paciência. Não dá para achar que superou só porque você quer se sentir assim, tem que ser sincero para ser verdadeiro”.

texto retirado de: www.minhavida.com.br

Intestino e depressão – Uma questão de limpeza

Trate bem do seu intestino, mantenha-o trabalhando sem atravancos, alimente-se saudavelmente que você terá saúde tanto emocional quanto física.

Talvez você ainda não saiba mas, o principal órgão do nosso corpo que tem a ver com a nossa saúde tanto física quanto emocional é o intestino. Recentemente o médico americano Michael D. Gershon, da Universidade de Columbia, em Nova York, confirmou que o intestino tem um sistema nervoso autônomo com uma vasta rede de 100 milhões de neurônios e neurotransmissores de montão.
Uma coisa muito interessante é que 90% de toda a serotonina que anda pelo nosso corpo é produzida lá, nos intestinos. Também é nos intestinos que nós produzimos 80% de todo o nosso potencial imunitário, para além do hormônio do crescimento.
Então, uma conclusão direta é: trate bem do seu intestino, mantenha-o trabalhando sem atravancos, alimente-se saudavelmente que você terá saúde tanto emocional quanto física.

“Uma noite mal dormida, excesso de bebida, fumo e muito açúcar podem interferir no funcionamento do intestino, já que estes fatores modificam o PH intestinal e aceleram o envelhecimento, a falta de vitalidade e podem ainda agravar os quadros de depressão”, afirma a psicoterapeuta Adriana Splendore, que também é terapeuta ortomolecular.

Sabendo disso, você tem mesmo de cuidar de ter uma alimentação rica em água de boa qualidade e fibras orgânicas, que ajudam na limpeza do intestino, fora aportarem com vasta gama de minerais e vitaminas essenciais.

Alimentos que fazem bem ao intestino
Alimentos fundamentais para a saúde do intestino são a aveia, o inhame, o arroz integral e a linhaça.

E, “para aumentar os níveis cerebrais de serotonina precisamos ingerir alimentos que contenham os minerais Cálcio e Magnésio, os quais estimulam a produção de triptofano, o aminoácido precursor da serotonina”, diz Adriana Splendore.

Ai é que entram as boas fontes de cálcio: requeijão, queijos magros, brócolis e gergelim.

E as fontes de magnésio: tofu, soja, caju, salmão, espinafre, aveia e arroz integral.

Mantenha seu intestino limpo assim:

  • Comendo de 8 a 10 porções de frutas por semana – escolha frutas com fibra, mas não só.
  • Grãos integrais 2-3 vezes por semana.
  • Alimentos que limpam o cólon e são ricos em fibras e proteínas.
  • Comendo menos doces e gorduras.
  • Use sementes de linhaça polvilhada em todo lado.
  • Fazer atividade física diária é fundamental – caminhe, pelo menos 30 minutos, ou jogue bola, ou dance, ou ande de bicicleta. Escolha o que mais gosta, e faça.
  • Beba água, água pura, chá, suco e, de novo…água.

Uma postura correta garante uma boa eliminação, se você tem dificuldades para evacuar, procure profissionais especializados e garanta sua saúde física e emocional!

Posição para evacuar corretamente
Posição para evacuar corretamente

Fonte: Green Me

andreaterezinha@hotmail.com
Andréa Terezinha Alves
Fisioterapeuta uroginecológica

Cookie gigante na frigideira

OS INGREDIENTES PARA 4 A 6 PESSOAS:

    100 g de manteiga
    150 g de açúcar
    1 ovo
    150 g de farinha
    1 colher (de café) rasa de fermento
    60 g de amêndoas torradas quebradas
    100 g de pepitas de chocolate

Modo de Preparo
Preaqueça seu forno a 170° C.
Derreta amanteiga numa frigideira pequena ( 20 a 22 cm).
Fora do fogo acrescente o açúcar e misture.
Coloque o ovo e misture.
Coloque a farinha e o fermento e misture.
Pare de misturar quando você não vir mais a farinha, inútil exagerar, não queremos uma mistura lisa demais.
Acrescente os 3/4 de amêndoas torradas (para torrar as amêndoas, quebre-as e passe-as uns dez minutos no forno preaquecido a 150° C).
Junte os ¾ das pepitas de chocolate.
Misture apenas o suficiente para distribui-los na massa.
Polvilhe a superfície da massa com o restante das amêndoas e do chocolate e leve ao forno por 20 a 25 minutos. As beiradas devem ficar douradas e o centro ainda fofo, macio.
Sirva ainda morno e, eventualmente, com bolas de sorvete de creme ou baunilha. Saboreie com uma colher ainda na panela ou corte em pedaços.

fonte: Receitas sem Fronteiras

Como lidar com ressecamento vaginal na menopausa

Estima-se que entre 40% e 60% das mulheres sofrem de secura e prurido vaginal durante a menopausa – um sintoma desconfortável e, para muitas mulheres, até embaraçoso, o que faz deste sintoma um que afeta não só o bem-estar físico, mas também o emocional.

O que é o ressecamento vaginal?

A secura vaginal é um dos muitos sintomas menopáusicos por mulheres com idades compreendidas entre os 40 e os 50 anos e está diretamente ligada às alterações hormonais que caracterizam esta fase da vida feminina. A secura vaginal pode ser clinicamente definida como a falta de humidade adequada na zona vaginal, uma vez que, embora o corpo lubrifique, de forma natural, a parede vaginal, as alterações hormonais associadas à menopausa vêm destabilizar esse processo orgânico. O resultado é a secura, irritação e até infeção vaginal que, manifestando-se de diferentes formas, podem revelar-se de pouco a muito doloroso. Associado ainda a uma redução da libido, a secura vaginal pode afetar uma mulher fisicamente, mas também emocionalmente, uma vez que pode levá-la a sentir-se “velha” e “indesejada”.

Não se sabe se é a vergonha por sentir dor no ato sexual ou o medo da reação do parceiro, mas o fato é que cerca de 90% das mulheres que possuem ressecamento vaginal jamais relatam isso para seus ginecologistas, prolongando o sofrimento e inibindo-se de sentir prazer. Mas saiba que essa secura na vagina pode ser devidamente tratada – você só precisa diagnosticá-la.

Quais as suas causas?
Com a chegada da menopausa, os ovários passam a produzir menos estrogénio e a diminuição dessa produção é a principal causa da secura vaginal. Porquê? O estrogénio é um vasodilatador, responsável pela irrigação sanguínea da vagina, por isso, quando os seus níveis começam a baixar, as paredes vaginais tornam-se mais finas, mais secas e menos flexíveis. Para além disso, verifica-se uma diminuição das secreções vaginais e, como consequência direta, uma menor lubrificação vaginal; mas também alterações do nível de pH na vagina. Pode ainda verificar-se um atrofiamento da vagina uma vez que, com a falta de estrogénio, a camada superficial que normalmente protege a vagina pode encolher ou deixar mesmo de existir. Consequentemente, o resultado é uma maior propensão para a secura, irritação e infeção vaginal sobre diversas e até dolorosas formas.

Outras causas frequentes
Existem ainda alguns fatores exteriores à menopausa que podem causar ou contribuir para a secura vaginal:

Fatores físicos – doenças autoimunes (por exemplo: síndrome de Sjogren); infeções (bacterianas, virais, sexualmente transmitidas); alguns medicamentos (anti-histamínicos, antigripais, antidepressivos, tratamentos de cancro…); consumo exagerado de café, álcool e tabaco.

Fatores emocionais – stress, depressão, ansiedade, alterações de humor, problemas no relacionamento a dois.

Fatores ambientais – duches vaginais; reação alérgica a sabonetes, gel de banho, detergente ou amaciador da roupa; vestuário apertado e/ou com tecidos sintéticos.

Como se manifesta?
A secura vaginal pode ser acompanhada de vários outros sintomas, igualmente desagradáveis, e que incluem: comichão, picadas, irritação, ardência, pressão, urinar com frequência, menos lubrificação vaginal, relações sexuais dolorosas, hemorragias após a relação sexual, desconforto ao vestir calças, desconforto generalizado e infeções vaginais diversas.

O que fazer?
Existem várias formas de lidar com a secura vaginal e, como cada caso é um caso, o melhor é mesmo cada mulher experimentar diferentes soluções de forma a descobrir aquela com que se sente bem e que melhore se adequa ao seu estilo de vida. Porém, o mais importante é consultar o seu médico assistente, de forma a verificar, em primeiro lugar, qual a(s) causa(s) da secura vaginal.

  • Seguir uma alimentação saudável.
  • Manter-se hidratada, ou seja, beber bastante água.
  • Evitar o uso de sabonetes ou gels de banho perfumados.
  • Evitar os duches vaginais e ter sempre o cuidado de se limpar na direção vagina-ânus, para evitar a propagação de bactérias.
  • Lavar a roupa interior com um detergente suave.
  • Evitar roupa muito justa e/ou confecionada com fibras sintéticas.
  • Experimentar um hidratante vaginal, de preferência natural.
  • Utilizar um lubrificante nas relações sexuais.
  • Manter uma vida sexual ativa, isto porque ajuda a manter a saúde vaginal.
  • O tratamento de substituição hormonal, à base de medicamentos orais, é uma das terapias mais utilizadas na menopausa e pode também ser adequada para o tratamento da secura vaginal.
  • A terapia de estrogénio vaginal é outra alternativa, existindo sobre a forma de cremes, supositórios, anéis e pastilhas vaginais.

A fisioterapia Pélvica no ressecamento vaginal

O exercício da musculatura do assoalho pélvico auxilia no ressecamento vaginal,
tem o poder de melhorar a vascularização local – ou seja, aumentar e melhorar a circulação sanguínea. A melhoria na circulação diminui o ressecamento e enfraquecimento da mucosa, diminui a morte celular e o consequente enfraquecimento da musculatura e pele. Ainda, facilita que as condições necessárias para o orgasmo sejam mantidas ou até melhoradas.

Previna-se!!

Procure um profissional especializado!

andreaterezinha@hotmail.com
Andréa Terezinha Alves
Fisioterapeuta uroginecológica

A essência da mudança

Que a mudança é a única coisa permanente, todos já sabemos bem. Também sabemos que não dá para controlar a mudança, gerenciá-la, conduzi-la, manipulá-la, defini-la ou qualquer de nossas tentativas de tomar posse do processo da vida. Tudo flui e a realidade vai se descortinando em novos cenários que nem sonhávamos em encontrar.

Não dá para antecipar o que desconhecemos. As circunstâncias se apresentam de um jeito inédito, inesperado e singular, que nossa imaginação, por mais prodigiosa que seja, é incapaz de predizer. Mesmo sabendo de tudo isso, temos a tendência a desejar, às vezes até ardentemente, que “determinada coisa” aconteça, mesmo que seja uma opção no limite de nossa ignorância.

Desejamos aquilo que conhecemos, que é super limitado, porém julgamos que o que queremos é o melhor dos mundos. Quando o que almejamos não acontece, tendemos a considerar aquilo que de fato ocorreu como um erro, algo que não foi desejado, nem esperado, nem antecipado e, portanto, incorreto. De onde tiramos essa ideia?

Frente a um evento da vida que julgamos inadequado, costumamos pedir ardentemente que as circunstâncias mudem. Queremos que aquilo acabe, que não seja mais daquela forma, que o que desejamos aconteça logo para nos tirar daquela dor, angústia ou ansiedade. Essa é a forma como expressamos nosso desejo de controle. Oramos ou vociferamos para um Ser Superior, uma entidade sutil, etérea, enfim algo ou alguém que não é “deste mundo”, imaginando que ao pedirmos ou protestarmos poderemos ser ouvidos e atendidos em nossos desejos. Uma espécie de PROCON cósmico.

E, algumas vezes funciona, pedimos e somos atendidos. Blasfemamos, ameaçamos, brigamos e somos ouvidos. Será a veemência? Será a justiça da causa pela qual lutamos? Será um dia bem humorado do ombudsman universal? Ou será que os eventos já estavam destinados a seguir na direção de nossos desejos?

Outras vezes nossas aspirações não são atendidas. Será falta de mérito? Será que não colocamos a devida fé? Será que nos dirigimos ao departamento cósmico errado? Ou será que os eventos já estavam destinados a ser diferentes de nossos desejos?

Sabe Deus…com o perdão do trocadilho. Seja lá como funcione a teia complexa dos destinos entrelaçados, não parece muito razoável que o cosmo se reorganize em suas múltiplas dimensões para atender a um anseio individual. Não seria muito mais razoável e conveniente que nós é que nos rearranjássemos em relação aos eventos?
Ao invés de pedir para que as circunstâncias e eventos mudem, deveríamos desejar ardentemente e trabalhar com afinco para nos transformarmos frente aos eventos da vida, ou não…como diria um mestre zen.

De fato, esta reflexão não é um debate, é um conjunto de dúvidas com o potencial de nos inspirar para mudar o foco da mudança. Não espero convencer ninguém, mesmo porque não há nada de concreto sobre o fluxo da vida. Tudo são ideias apenas para desarmar nosso habitual ambiente de certezas. Só com dúvida há aprendizagem. Quem tem certeza não tem nada a aprender.

No imenso rio existencial há a corrente e a contra-corrente, como em qualquer rio, aliás. Podemos não saber que rio é esse ou qual a direção é mais adequada, porém somos capazes de perceber se estamos no fluxo ou contra-fluxo dependendo de como lidamos com os acontecimentos. Nadar a favor não exige esforço, podemos simplesmente nos deixar levar. Já nadar contra a corrente vai ser um enorme empenho de energia só para não sair do lugar.

Talvez essa seja uma boa pista para sabermos a quantas andamos, ou nadamos – para manter a analogia. Quem sabe é tempo de praticarmos um dos pedidos essenciais da oração do Pai Nosso: “Que seja feita a Vossa vontade”. Eu até arriscaria a sugerir que acrescentássemos um pedido extra: “Que sejamos capazes de aceitar a Vossa vontade”.

Bem, talvez, e só talvez, não seja o caso de pedirmos, desejarmos ou sofrermos pelas mudanças que aspiramos, mas sim de mudarmos nossa perspectiva para lidar melhor com todas essas mudanças. Que, independente de nosso julgamento de certo ou errado, seguirão ocorrendo.

Autora: Dulce Magalhães Ph.D em Filosofia, escritora, palestrante e coach. www.dulcemagalhaes.com.br
Autora: Dulce Magalhães
Ph.D em Filosofia, escritora, palestrante e coach.
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