Sobre o Propósito

Propósito é uma das palavras de ordem do momento. Caso você não tenha clareza a respeito de qual é o seu propósito, você é carta fora do baralho, ao menos é assim que parece. Mas, afinal de contas, o que é esse tal de propósito?

Uma das maneiras de identificar o seu propósito é responder a quatro questões. A primeira: o que você ama fazer? Essa era para ser a pergunta fácil, contudo, nem sempre é assim. Nós não costumamos pensar a respeito. É mais comum que façamos o que consideramos obrigação. Vale investir um tempo refletindo sobre o que você ama fazer, a ponto de fazer até de graça, apenas pelo prazer que a execução lhe proporciona. Segunda pergunta: o que você faz bem feito? Oras, você gostar de fazer uma coisa não é garantia de que você a faça com primor. Caso você encontre algo que você ame fazer e você faça bem feito, você encontrou uma paixão. Terceira pergunta: o que lhe pagariam para fazer? Sim, por incrível que pareça, mesmo que você faria de graça, é possível que existam pessoas dispostas a pagar pelo que você ama e sabe fazer. Se isso acontecer, você encontrou uma profissão. Quarta questão: o mundo precisa disto? Qual a relevância disto que você gosta, sabe e lhe pagariam para fazer? Encontrou uma resposta positiva? Então você encontrou sua vocação, sai missão.

O Propósito é a solução para estas quatro questões de uma maneira articulada, interligada. Existe apenas um Propósito? Provavelmente não. Entretanto, você deve concordar comigo neste ponto: se encontrarmos ao menos um propósito de maneira sólida, a vida muda de perspectiva. E muda para melhor! Desejo que encontres suas respostas e identifiques o teu Propósito…

Autor: Psicanalista Marcelo Rodrigo Campos

Neurocientista da Harvard: Meditação não apenas reduz estresse, ela muda o seu cérebro

Pro Carolina Senna da Mandala Escola

Fonte: CONTI Outra

Sara Lazar, neurocientista do Hospital Geral de Massachusetts e da Escola de Medicina de Harvard, foi uma das primeiras cientistas a aceitar as subjetivas reinvindicações a respeito dos benefícios da meditação e atenção plena e a testa-los com o uso de tomógrafos computadorizados. O que ela encontrou a surpreendeu – que a meditação pode, literalmente, mudar seu cérebro. Ela explica:

Porque você começou a prestar atenção para a meditação, atenção plena e o cérebro?

Eu e uma amiga estávamos treinando para a maratona de Boston. Tive algumas lesões por esforço e procurei um fisioterapeuta, que me disse para parar de correr e apenas fazer alongamentos. Então comecei a praticar ioga como forma de fisioterapia. Percebi que era muito poderoso, que eu tinha benefícios reais, então fiquei interessada em saber como funcionava.

A professora de ioga usou de vários argumentos, dizendo que a ioga iria aumentar a compaixão e abrir o coração. E eu pensei: “ok,ok,ok, estou aqui para alongar”. Mas comecei a perceber que eu estava mais calma. Estava mais apta a lidar com situações mais difíceis. Estava mais compassiva e com o coração mais aberto, e capaz de ver as coisas pelo ponto de vista dos outros.

Pensei, talvez fosse apenas uma resposta placebo. Mas então fiz uma pesquisa bibliográfica da ciência, e vi evidências de que a meditação havia sido associada à diminuição do estresse, da depressão, ansiedade, dor e insônia, e ao aumento da qualidade de vida.

A essa altura, estava fazendo meu PhD em biologia molecular. Então simplesmente resolvi mudar e comecei a fazer essa pesquisa como um pós- doutorado.

Como você fez essa pesquisa?

O Primeiro estudo avaliou meditadores de longa data versus um grupo controle. Descobrimos que os meditadores de longa data tem a massa cinzenta aumentada na região da ínsula e regiões sensoriais do córtex auditivo e o sensorial. O que faz sentido. Quando você tem atenção plena, você está prestando atenção à sua respiração, aos sons, a experiência do momento presente, e fechando as portas da cognição. É lógico que seus sentidos sejam ampliados.

Também descobrimos que eles tem mais massa cinzenta no córtex frontal, o que é associado à memória de trabalho e a tomada de decisões administrativas.

Já está provado que nosso córtex encolhe à medida que envelhecemos – se torna mais difícil entender as coisas e se lembrar das coisas. Mas nessa região do córtex pré-frontal, meditadores com 50 anos de idade tinham a mesma quantidade de massa cinzenta que pessoas de 25 anos.

Então a primeira pergunta foi, bem, talvez as pessoas com mais massa cinzenta no estudo já tivessem mais massa cinzenta antes de terem começado a meditar. Então fizemos um segundo estudo.

Pegamos pessoas que nunca tinham meditado antes, e colocamos um grupo deles em um programa de oito semanas de atenção plena com foco na redução de estresse.

O que você descobriu?
Descobrimos diferenças no volume do cérebro depois de oito semanas em cinco regiões diferentes dos cérebros dos dois grupos. No grupo que aprendeu meditação, encontramos um aumento do volume em quatro regiões:

  1. A diferença principal encontramos no giro cingulado posterior, o qual está relacionado às lembranças e auto- regulação.
  2. O hipocampo da esquerda, o qual dá suporte ao aprendizado, cognição, memória e regulação emocional.
  3. A junção temporoparietal, ou JTP, à qual está associada a tomada de decisões, empatia e compaixão.
  4. Uma área do tronco do cérebro chamada de Ponte, onde muitos neurotransmissores reguladores são produzidos.

A amigdala, a parte do cérebro responsável pelo instinto de ataque ou fuga, e que é importante nos aspectos da ansiedade, medo e estresse em geral. Essa área ficou menor no grupo que participou do programa de oito semanas de atenção plena com foco na redução de estresse.

A alteração na amigdala também foi associada a uma redução nos níveis de estresse.

Então por quanto tempo alguém precisa meditar até que comece a ver mudanças no seu cérebro?

Nossos dados mostram mudanças no cérebro após apenas oito semanas. Em um programa de atenção plena com foco na redução de estresse, nossos pesquisados participaram de uma aula por semana. Eles receberam uma gravação e foram solicitados a praticar por 40 minutos por dia em casa. E foi assim.

Então, 40 minutos por dia?
Bem, foi altamente variável no estudo. Algumas pessoas praticaram 40 minutos todos os dias. Algumas praticaram menos. Algumas apenas umas duas vezes na semana.

No meu estudo, a média foi de 27 minutos por dia. Ou em torno de meia hora por dia.

Ainda não existem dados suficientes sobre quanto alguém precise praticar para se beneficiar.

Professores de meditação lhe dirão, apesar de não existir absolutamente nenhuma base científica para isso, que comentários de estudantes sugerem que 10 minutos por dia podem trazer benefícios subjetivos. Ainda precisamos testar.

Nós estamos apenas começando um estudo que, com grande esperança, nos permitirá acessar quais são os significados funcionais dessas mudanças. Estudos de outros cientistas mostraram que a meditação pode melhorar a atenção e a habilidade de regular a emoção. Mas a maioria dos estudos não foi com neuroimagens. Então agora estamos esperançosos em trazer o aspecto comportamental e a ciência da neuroimagem para trabalharem juntos.

A partir do que já sabemos da ciência, o que você encorajaria os leitores a fazer?

Atenção plena é similar a um exercício. É uma forma de exercício mental, na realidade. E assim como o exercício melhora a saúde, nos ajuda a administrar melhor o estresse  e promove longevidade, a meditação se propõe a partilhar alguns desses mesmos benefícios.

Mas, assim como o exercício, não pode curar tudo. Então, a ideia é de ser útil como uma terapia de apoio. Não é uma coisa em separado. Já foi usado com muitos outros distúrbios e os resultados variam tremendamente – impactam alguns sintomas, mas não todos.  Os resultados são às vezes modestos. E não funciona para todos.

Ainda está muito cedo para se tentar concluir o que a meditação pode ou não fazer.

Então, sabendo-se das limitações, o que você sugeriria?

Lazar: Parece sim ser benéfico para a maioria das pessoas. A coisa mais importante, se você for tentar fazer, é encontrar um bom professor. Porque é simples, mas também é complexo. Você precisa entender o que está acontecendo na sua mente. Um bom professor não tem preço.

Você medita? E você tem um professor?
Sim e sim.

Que diferença fez em sua vida?

Tenho feito isso por 20 anos, então tem uma influência profunda em minha vida. Dá muito “chão” (ancoragem). Reduz o estresse.  Me ajuda a pensar mais claramente. É maravilhoso para interações interpessoais. Tenho mais empatia e compaixão pelas pessoas.

Qual a sua prática pessoal?

Altamente variável. Alguns dias pratico 40 minutos. Alguns dias cinco minutos.  Alguns dias não pratico nada. É muito parecido com exercício. Exercitar-se  três vezes por semana é maravilhoso. Mas se tudo o que você pode fazer é se exercitar um pouquinho todos os dias, isso também é uma coisa boa. Tenho certeza de que se praticasse mais me beneficiaria mais. Não tenho ideia se estou tendo mudanças no meu cérebro ou não.  E é isso que funciona para mim nesse momento.

Via mandalaescola.org. Encontrado em Nowmaste

Texto original: Brigid Schulte
Tradução: Joann Schaly

Pesquisa americana afirma que orar traz benefícios à saúde

Médicos notaram que a prática de orar todos os dias evita uma série de doenças e melhora o sistema imunológico.

Uma equipe de profissionais da NewsMax Health pesquisou os efeitos que a oração provoca no cérebro e resultou que há vários benefícios quando a pessoa ora.
Sem promover nenhuma religião os pesquisadores estudaram como a oração afeta o cérebro e o que a prática pode oferecer para a saúde física, mental e emocional das pessoas.

Artigos relacionados:
Descubra se o seu relacionamento é perfeito
Faxinando a Alma
Sentimentos reprimidos podem causar doenças físicas

O resultado dessa pesquisa foi transformado em um vídeo para que um maior número de pessoas possa entender que a oração faz bem para a saúde. A comunidade médica que participou da pesquisa percebeu que a prática muda as quatro áreas do cérebro humano: Lobo Frontal, o córtex cerebral, o Lobo temporais e o sistema límbico.

Os pesquisadores descobriram que orar todos os dias durante um mesmo período pode ajudar a prevenir doenças como a perda de memória, a demência e o Mal de Alzheimer. Fora esses os médicos conseguiram perceber 47 benefícios que foram comprovados cientificamente.
Os mais destacados são que a oração pode diminuir a dor, diminuir o risco de morte por ataque cardíaco, o derrame cerebral, a ansiedade e a depressão. Fora isso ficou provado que orar melhora o sistema imunológico e outros sistemas.

O editor da Newsmax Health, Travis Davis, disse que a pesquisa não promove nenhuma religião e nem prática espiritual, apenas analisa sob uma luz prática o que acontece com três de cada quatro americanos que oram regularmente. “A maioria das pessoas tem consciência das crescentes pesquisas da neurologia que te estudado cientificamente a relação entre o cérebro e os fenômenos espirituais”, diz ele.

fonte: noticias.gospelprime.com.br

Motivação. Como vai sua motivação?

Às vezes a gente se pergunta por que algumas pessoas vão mais longe, mais rápido e conseguem melhores resultados do que outras. Diferentes pessoas, vivendo sob as mesmíssimas condições, tem resultados tão variáveis quanto suas digitais. Isso é intrigante, principalmente porque todos desejamos ser as pessoas que dão certo.

Há, sem dúvida, algum tipo de habilidade especial, capacidade de realizar, talento para a atividade que se propõe, mas só isso não explica. Quanta gente talentosa fica estagnada na vida, não se desenvolve, não chega “lá”. É surpreendente quando vamos à Bahia, por exemplo, em toda a esquina tem uma cantora excelente, em São Paulo, esbarramos com poetas e artistas, o Rio está repleto de habilidosos relações públicas, etc. Mas nem todo mundo é Daniela Mercuri, Carlos Drummond de Andrade, Juarez Machado ou Celita Jackson.

Não, o talento por si só não explica o sucesso. Talvez seja o esforço acima da média.

Entretanto aí também encontramos dificuldade em formar um padrão. Porque, se por um lado os mais bem sucedidos trabalham com afinco e determinação, por outro lado tem gente suando de sol a sol que não decola na vida. Assim o trabalho é um componente mas não determina o sucesso.

Se a fórmula ambiente, talento e esforço, não garantem sucesso, qual o ingrediente que falta? Educação? Não pode ser, tem gente semi analfabeta que revolucionou o mundo.

Inteligência? O mundo está repleto de gênios sem nenhuma expressão. Talvez não tenha uma resposta única. Quem sabe é a soma de uma série de condições favoráveis. Mas como explicar o fracasso de grandes herdeiros, apesar de belos, inteligentes, esforçados e dotados de condições excepcionalmente positivas?

Mais textos de auto ajuda da maravilhosa Dulce Magalhães:
É no Tempo que fazemos tudo acontecer!
A essência da mudança
Em tempos de plenitude
Motivação

Voltamos à estaca zero, ou quase. Na filosofia clássica encontramos algumas pistas sobre o elã especial que separa vitoriosos de meros mortais. Sócrates falava de crenças que determinam a realidade. Platão dizia que grandes caminhadas começam com a decisão do primeiro passo. Aristóteles afirmava que o ser humano é resultado de seus hábitos, e que a excelência nada mais é do que a gestão disciplinada de nosso comportamento. E ao longo da história muitos pensadores se juntaram a esses, fazendo coro, à idéia básica de que somos nós que moldamos nosso destino.

É também com esses estudiosos do comportamento humano que vamos descobrir mais sobre motivação, que é a capacidade de perseguir alvos, de mover-se em direção à objetivos claros. E a motivação é diferente do incentivo, porque este último é um elemento externo, o mundo nos dá incentivo. Já a motivação é um elemento interno, depende exclusivamente do desejo e da ação do indivíduo. E a motivação é muito mais importante do que o incentivo, porque ela nos permite o movimento necessário para conquistarmos o futuro desejado, enquanto o incentivo só é útil para a pessoa motivada.

Todos conhecemos exemplos de pessoas que venceram grandes obstáculos, pois vieram de famílias pobres, cresceram em comunidades carentes e, apesar de tudo, constituíram um espaço de sucesso e realização. Você pode verificar este componente pessoal da motivação, ao comparar a trajetória dessa pessoa com a das outras pessoas que viveram e vivem na mesma comunidade. De um modo geral, as pessoas estão reclamando do governo, da crise, do mundo e aguardando que a situação mude para que, então, elas realizem seus sonhos.

Contudo, a pessoa que temos como modelo motivacional jamais espera por uma mudança, ela vai à luta e constrói a mudança, é uma pessoa em movimento, que vai atrás do que deseja e realiza todos os seus propósitos. A diferença que podemos perceber entre os que dão certo e os que nem tanto, tem a ver com a atitude que o indivíduo coloca em relação à tudo que faz. Essa motivação, essa capacidade de fazer a diferença, é a base da construção do sucesso. Fica evidente que o gerenciamento do talento, a aplicação de esforço e o aproveitamento inteligente de oportunidades são imprescindíveis, mas é a motivação a argamassa que liga tudo isso e dá a consistência necessária para a construção de nossos propósitos.

E essa matéria prima só nós podemos colocar em uso. Afinal, como disse Henry Ford, “se você acredita que é capaz, ou se acredita que não é capaz, de qualquer forma você tem razão”. Em que você acredita?

Conheça mais sobre o trabalho de Dulce Magalhães

Autora: Dulce Magalhães Ph.D em Filosofia, escritora, palestrante e coach. www.dulcemagalhaes.com.br
Autora: Dulce Magalhães
Ph.D em Filosofia, escritora, palestrante e coach.
www.dulcemagalhaes.com.br

Faxinando a Alma

Quando nos deparamos com a sala da casa revirada pelo avesso, muito suja, nossa primeira reação é parar e olhar completamente desanimada. Contudo, não adianta, simplesmente não adianta. Cedo ou tarde você vai ter que encarar o caos e, quando você decidir enfrentar, tampouco o fará com uma máquina mágica que limpa e arruma tudo com o piscar de olhos (eita que seria bom, né?). Inevitavelmente você terá que começar por um canto, com paciência e muita, muita determinação.

Assim, também é nosso ser interior, quantas vezes não entramos em parafuso, confusão mental, tristeza que a tudo penetra? E me diga se não dá um “tilte” e você simplesmente trava? Pois bem, aqui também, cedo ou tarde, você terá que começar a limpar a cabeça, começar pelo mais fácil, com pequenas, mas concretas e firmes ações.
Tristeza é como aquela corrente com uma grande bola de ferro que, nos desenhos animados, fica presa na perna da pessoa. Prende, imobiliza, pesa muito e dói de verdade verdadeira. Mas, se é um desenho, será que não podemos repintá-lo, tascar tinta em cima e criar um novo quadro? Nos sabotamos tanto que somos capazes de permitir que o primeiro pensamento que nos venha a mente seja: “Mas eu não sei desenhar.” Ora bolas para o pensar. Tem desenho de tudo quanto é tipo, alguns horríveis que meu neto de 4 anos faria muito melhor mas que mesmo assim fazem sucesso. Por que fazem sucesso? Porque a história é boa! E a história quem escreve é você! Somente você!

Então, seguem algumas ideias para nossos constantes recomeços.
Se está se sentindo só, aproxime-se de crianças, não precisam ser suas, basta permitir que a energia viva destes pequenos seres lhe envolva. Conecte-se à natureza, nem que seja aquela árvore da esquina. Mas se tiver a bênção de tomar um banho de rio ou de mar, será perfeito. Pra que fazer isso? Para se desenergizar e se reenergizar! Tá ligado? rs
Se deixou de acreditar nas relações humanas, seja de que tipo forem, rememore sua vida como num filme acelerado. Segure o controle remoto nas mãos e, conscientemente, dispare o avançar se lembranças ruins lhe assolarem. Mas, nos momentos bons, pause e pense. Grave a imagem. Pense não no que aconteceu depois, porque você poderia se detonar com ideias do tipo “Ah, eu não tenho mais isso…”. Pense apenas em como aquilo foi conquistado, no antes, nos passos que deram certo. Percorra caminhos conducentes à felicidade.
Se deixou de acreditar nos outros, desafie-se a listar algo de bom que os outros têm. Proíba-se de centrar seus pensamentos nas coisas ruins da outra pessoa. Afinal, se deixar, quando a gente tá magoado, dá pra fazer uma lista grande. Então, tem que estar atento e, em vez de olhar a cor de burro quando foge do tecido do vestido, perceber os pequenos e delicados bordados.
Se deixou de acreditar em si mesmo, posso estar totalmente errada, mas, honestamente, não creio que adiante de alguma coisa ficar dizendo para si mesmo que você é bom nisso ou naquilo. Psicólogos que me perdoem, mas não acho que autoestima nenhuma seja fortalecida dessa forma. Num plano humano, pense nos momentos em que você foi amado, que lhe demonstraram ternura e amizade. Se isso aconteceu um dia foi porque você mereceu, algo de bom você despertou nos outros e isso já é suficiente. No plano espiritual, melhor tentar a humildade mesmo . Sinto que assumir sua condição de grão de mostarda e colocar-se nas mãos de seu Criador, lhe engradecerá muito mais do que qualquer elogio que possa receber. Fará com que este grão reluza como ouro.
No mais, boa faxina! Se precisar de ajuda, é só chamar, encararemos juntos, de boa.

Liese Cavalcanti, mãe, avó, mulher apaixonada e pensadora
Liese Cavalcanti, mãe, avó, mulher apaixonada e pensadora

Sentimentos reprimidos podem causar doenças físicas

Desabafar mágoa e ser sincero consigo mesmo é sempre a melhor saída para vive bem.
O relacionamento que vai mal, o chefe que faz a maior pressão no trabalho e aquele problema que você tenta resolver há meses te tiram o sono? Que tal desabafar?

Muita gente fica remoendo a mágoa e prefere reprimir a dor por medo de expor os sentimentos ou por não conseguir colocar para fora toda a angústia que está ali martelando sem parar e acaba não percebendo que estocar mágoas e sofrimentos faz mal para a saúde e para o coração.

Nosso organismo não foi feito para guardar mágoas e sentimentos ruins. Tanto o corpo quanto a mente vão pesando na medida em que eles se acumulam e uma hora a panela de pressão transborda na tentativa de aliviar o sofrimento. É um processo natural“, explica a psicóloga e coordenadora do Setor de Gerenciamento de Qualidade de Vida da Unifesp, Denise Diniz.

O grande problema é que na hora da explosão, a pessoa se sente tão sufocada que sai atirando para todos os lados magoando as pessoas que estão ao seu redor sem perceber. É preciso tempo e paciência para aprender a lidar com os sentimentos sem ferir as pessoas e nem a si mesmo“, continua.

Estocar mágoas e sofrimentos faz mal para a saúde e para o coração.
Quem cala consente a dor

Os sentimentos ruins são frutos de expectativas frustradas. Colocamos no outro ou naquela oportunidade a responsabilidade de resolver nossos problemas como se eles não fossem consequências dos nossos próprios atos, daí a mágoa e o ressentimento.

Na medida em que não extravasamos este sentimento e vamos dando a ele uma conotação negativa maior do que de fato ele deveria ter, sufocamos nossos limites emocionais e daí aparecem os sintomas físicos. “Todos nós criamos expectativas sobre a vida e toleramos até certo limite algumas frustrações. Quando elas extrapolam este limite, que é pessoal, e nos fazem sofrer, significa que algo está em desequilíbrio e é preciso resolver“, explica Denise.

O problema é que a maioria das pessoas acha que resolver os ressentimentos é resolver com o outro aquilo que está pendente, o que deve ser feito mesmo, porém, antes disso, é preciso entender o que te de fato te fez mal e porque ganhou tamanha dimensão na sua vida para daí buscar o equilíbrio“, afirma a especialista da Unifesp.

Por que não consigo expressar meus sentimentos?
Muita gente costuma guardar a mágoa e os sentimentos ruins por não conseguir extravasar, daí vem à tristeza e a angústia. Isso acontece porque temos temperamentos e limites diferentes fazendo com que alguns levem sem traumas as decepções do dia a dia, enquanto outros guardem e fiquem remoendo as dores.

“É algo muito pessoal a forma que cada um reage às adversidades. Se você é tímido, reage de um jeito; se é inseguro, age de outra maneira. O importante nesta questão é perceber que quem cria a conotação negativa que gera a mágoa e o ressentimento somos nós. A pessoa pode até ter errado com você, mas a intensidade disso na sua vida quem dá é você mesmo”, explica a psicóloga.

Sentimento reprimido = saúde em perigo
Segundo a psicóloga da Unifesp, a dor emocional se torna física quando a intensidade que damos ao fato que nos magoa chega a interferir na atividade cerebral de modo a dificultar o envio de estímulos nervosos responsáveis pela execução de algumas funções de nosso organismo. “O cérebro deixa de comandar alguma função e o corpo reage sinalizando onde está o problema”, explica.

“A gente se adapta as novas situações, isso é um processo natural, porém, quando algo nos machuca a ponto de extrapolar nossos limites, a dor emocional bloqueia alguma função física que já é propensa a ter problemas ou intensifica os sintomas de alguma doença já existente”, explica Denise.

Para ela, os sintomas emocionais podem acometer três áreas interdependentes das nossas vidas de modo a influenciar umas as outras de acordo com a origem do problema emocional. “Quando a pessoa tem uma doença que tem origem emocional, dificilmente consegue desempenhar com total desenvoltura suas atividades sociais e começa a dar sinais físicos. É um conjunto de fatores que se somam e vão se acumulando. Quando o corpo reage com sintomas de alguma doença é porque a pessoa extrapolou seu limite emocional e o organismo responde tentando eliminar a dor”, explica.

Sintomas que podem estar relacionados à dor reprimida:

Físicos: úlcera, hipertensão, alergias, doenças auto-imunes, roblemas cardiovasculares, asma, estresse, e câncer.
Psíquicos: irritabilidade, ansiedade, agressividade, nervosismo.
Sociais: queda de desempenho no trabalho, tendência ao isolamento, apatia, conflitos domésticos, dentre outros.

Colocar em pratos limpos
É muito comum ouvirmos as pessoas dizendo que se temos um problema com alguém é melhor resolver e conversar para não guardar mágoa porque isso faz mal, porém, esta máxima nem sempre é a melhor opção para quem sofre com problema.

De acordo com Denise Diniz nem sempre as pessoas conseguem lidar com a dor que sentem. “Além disso, conversar com o outro que os magoou significa trair seus valores morais e isso as maltrata mais do que a mágoa ou a dor reprimida”, explica ela. Nestes casos, é melhor trabalhar para que ela supere a dor e siga em frente.

Extravasar sim! Magoar não

Uma hora você estoura! Pois é, isso não é o problema, o grave é quando você o faz e desconta nos outros as dores que são suas, magoando as pessoas ao seu redor. Para evitar que isso aconteça e te ajudar a extravasar, a psicóloga dá algumas dicas:

    1. Aceite que algo lhe incomoda sem medo de expor seus sentimentos, assim você não intensifica a dor remoendo mágoa dos outros.

    2. Detecte o que de fato lhe fez mal para não sair atirando para todos os lados.

    3. Não crie expectativas em relação ao outro para não se decepcionar depois. “Só você pode curar sua dor, não adianta achar que o outro vai te livrar do sofrimento”, diz Denise.

    4. Busque em você e na sua vida todos os recursos que podem te ajudar a superar esta dor: amigos, praticar esportes, terapia, entre outros. “Se pergunte quais destas possibilidades fariam mais efeito na hora de trabalhar a dor que está te maltratando e corra atrás dela. Nem sempre o que lhe indicam é o melhor para você e, às vezes, uma conversa franca é mais útil do que uma consulta”, explica.

    5. Trabalhe sua autoestima: “As pessoas te maltratam se você deixa que isso aconteça. É você quem escolhe as relações que quer estabelecer com as pessoas, por isso, em vez de culpar o outro pelo seu sofrimento, olhe para si mesmo e se ajude”, afirma Denise.

    6. Perdoe. A psicóloga lembra que perdoar não é esquecer o que te fez mal e sim superar e se libertar daquele sentimento ruim: “só nos curamos quando viramos a página e, para isso, é preciso disposição e paciência. Não dá para achar que superou só porque você quer se sentir assim, tem que ser sincero para ser verdadeiro”.

texto retirado de: www.minhavida.com.br

Quer se livrar da depressão em 15 minutos diários?

Acho que todos nós temos um pouco de depressão por termos uma vida tão agitada e tão cheia de informações através de noticiários, internet, redes sociais… Acabamos escutando e lendo muito e sentindo pouco alívio durante o dia. Tudo normalmente é extremamente corrido, com prazos curtos a serem cumpridos, e a rotina diária acaba nos massacrando.

Acredito que se tirarmos uma parte dia para elevar o nosso pensamento a Deus ou a vibrações boas e respirando fundo um pouco, conseguimos nos livrar de um pouco do estresse. Além disso, podemos nos dar o prazer de uma boa leitura, que seja um trecho todos os dias, como se fosse um comprimido do bem-estar, por isso acredito que esses 15 minutos para equilibrar o chakra básico poderá melhorar nossa motivação, criatividade, perseverança, diminuindo nossa depressão, insônia, etc.

1º Chakra – Básico

  • Nome Sânscrito: Muladhara, que significa “Base de Apoio”.
  • Cor: vermelho, marrom ou negro.
  • Mantra: LAM.
  • Cristais: Obsidiana, Quartzo fumê, Rubi e Turmalina Negra

Ele localiza-se na base da coluna vertebral, na altura do cóccix, e rege nossa relação com a terra, os instintos primitivos, a vontade de viver, vitalidade, a relação com o que é material, é onde se localiza a energia da Kundalini.
Quando bem equilibrado, ele traz a ação, motivação, força de vontade e perseverança para atingir os objetivos.

É o primeiro dos três chakras físicos, ou seja, aqueles que determinarão nossa relação com a matéria, as pessoas, em nível físico. Esse chakra relaciona-se, também, à habilidade de ganhar dinheiro, à energia criativa, aquela que brota, começa a tomar forma, antes de ser concretizada. É a energia da paixão, do sexo primal, a criação em nível primitivo, a energia da terra.
O chakra básico é ímpar, aberto para baixo, em direção ao solo. É a principal conexão energética do ser humano com o planeta. Relaciona-se com a sobrevivência e com as energias física e sexual. Sua abertura é diretamente proporcional à disposição, à vitalidade e à força física.

Fisicamente, ele rege os ossos, útero (nas mulheres), próstata (homens), coluna vertebral, região lombar, membros inferiores, intestino. O que significa que algum sintoma envolvendo esses pontos da anatomia, pode indicar uma disfunção no chakra.

Não ativado corretamente, ele causa sentimentos de depressão, desmotivação, sonolência, tendências ao suicídio, sexualidade reprimida, dentre outros sintomas. Hiperativado, ele pode ocasionar, por exemplo, hiperatividade, inquietação, insônia ou mesmo como um excesso de identificação com o mundo material, sexualidade desenfreada. Crianças hiperativas têm chakras Básicos superativados. Pessoas com insônia tambem têm chakras básicos superativados.

Doenças relacionadas a ele: depressão, dores na região lombar, problemas na coluna, esterilidade, problemas uterinos (envolvendo, inclusive, desequilíbrios no fluxo menstrual e cólicas), problemas como intestino preso ou desinteria.

Funcionando de forma equilibrada e positiva, suas qualidades são: Forte conexão com a Mãe Terra, trazendo energia da terra para o sistema.

  • Vontade de viver.
  • Vitalidade; energia física e sexual.
  • Capacidade de gerar vida, potência sexual (sexo para reprodução).
  • Capacidade de fixação no plano terrestre através do corpo.
  • Coragem para enfrentar a vida.
  • Ligação com o mundo material.
  • Conexão com os instintos.
  • Capacidade de encontrar atividades adequadas.
  • Conexão com a realidade.
  • Capacidade de produção e concretização de objetivos
  • Praticidade.
  • Atividade dinâmica, movimento e habilidade para resolver problemas práticos.
  • Estruturação e firmeza.

Para reequilibrá-lo ou mantê-lo equilibrado:

Pratique atividades como a dança, tenha contato com músicas executadas com instrumentos de percussão, caminhe com os pés descalços sobre solo argiloso ou arenoso, tenha contato com a natureza, árvores em geral.
Mantenha atitudes pioneiras e empreendedoras, já que uma das características desse chakra é a possibilidade de se projetar, criar.
Procure, também, meditar, entoando o mantra LAM (pronunciando-o com o “A” aberto: LÁÁÁMMM), enquanto deixa repousar, sobre seu corpo, 8 dedos abaixo do umbigo, um dos cristais descritos no começo da postagem. Mentalize saindo de si uma luz avermelhada, girando em sentido horário, ativando esse centro e tornando-o propício a estimular o contato com o mundo material.

Faça isso durante 15 minutos por dia e sinta a diferença!

Saiba mais sobre poder dos outrso chakras na sua vida:
Você se relaciona bem com o outro?
Você tem tudo o que precisa para se curar sozinha.
Aprenda a comunicar-se melhor.
A importância do perdão para sua saúde.

livia-croce
Lívia Croce
Coach, Empresária, Palestrante e Consultora Empresarial
www.vivavocejf.com

Em tempos de plenitude

Quando uma fruta é mais saborosa? Imagine uma manga suculenta, uma jaboticaba apetitosamente doce, um caqui com gosto de chocolate, enfim, imagine uma fruta em sua maturidade e plenitude e então poderemos saboreá-la com gosto, desfrutando do sabor, da textura, da cor, do cheiro, de tudo.
A preferência da maioria não recai sobre uma fruta verde, dura, amarga ou muito ácida.
O que apreciamos é sua madureza, sua suave entrega, o ponto certo em que ela cai da árvore para seu voo solo.

Observando a natureza é onde sempre aprendemos. Foi assim que a ciência organizou toda a informação sobre o que chamamos hoje de conhecimento científico. Foi assim que os antigos aprenderam a cuidar da terra e a conviver com as estações. A filosofia, além da investigação da natureza, coloca um foco ainda mais específico, apesar de amplo e profundo, e investiga a natureza humana.
E aí começam a surgir as contradições, aquilo que não está em harmonia com o meio ambiente, com a natureza, que contradiz suas leis e regras, aquilo a que damos um nome genérico de cultura, porém representa uma miríade de expressões que é irrelevante catalogar, tal sua mutante natureza.

Nossa cultura fala muito de nós, conta nossa história, revela nossos valores, nossas escolhas, sejam elas claras ou ocultas, enfim, a cultura é nossa face. E qual será a face que estamos projetando sobre nosso tempo e nossa sociedade? Como os futuros historiadores definirão nossas relações sociais, nossa consciência ambiental, nossos princípios e aspirações?
Há uma sede de juventude que não tem precedentes, mas que talvez revele muito do que se passa em nossa cultura.

    Homens e mulheres maduros, no auge de sua florescência, lutando para aparentar vinte anos menos, tentando arrancar com ácidos as marcas que a vida vai deixando em nossa face. Esticando, repuxando e descaracterizando o “si mesmo” que, bem ou mal, representam as conquistas e experiências que são os frutos da maturidade.
    O medo da maturidade é tamanho que o “sujeito” desaparece a partir de um desejo quase insano de aparentar mais juventude. É como se a suculenta manga resolvesse se manter verde o maior tempo possível para repentinamente entrar em decadência sem nunca ter amadurecido.

Nada contra uma ação cosmética, um cuidado com a própria aparência, sinal de uma saudável auto-estima. O problema é o excesso, o exagero que advém do medo de envelhecer, de se tornar obsoleto por não ter mais determinada aparência. Ilusão pautada no espelho, que é o instrumento de todos os ilusionistas.

Uma vida bem vivida vai se apresentar em nossa face. Cada linha contará uma história recheada de momentos. Todos os sorrisos que damos abrem fendas fundas em nossa face e espelham a pessoa sorridente que somos. As lágrimas derramadas falam dos amores perdidos, de cada adeus doído, da compaixão sentida, da raiva de si e do outro, enfim de todos os momentos em que estávamos presentes, vivencialmente disponíveis, emocionalmente afetados, histórias de nós mesmos. Isso também deixa marcas.

Mesmo o biquinho que fizemos ao brincar com um bebê, a testa franzida para descobrir uma solução perfeita, a tensão antes de uma festa importante, tudo isso deixa marcas.
Não ter marcas é não ter histórias, é não ter ainda trilhado o caminho. Quem subiu a montanha perene da existência e está desfrutando da visão expandida do mirante da maturidade plena tem marcas.

    Sapato novo é bonito, mas ele só fica bom mesmo depois de bem usado, amaciado, com o formato de nosso pé. Isso poderia ser considerado uma deformação, porém é mesmo uma modulação. Assim também acontece com cada prega, ruga, fenda, marca, cicatriz, tudo é a modulação que vamos dando a esse corpo que nos serve de morada. Não é a gente que faz as marcas da vida é a vida que deixa suas marcas em nós todas as vezes que nos dispomos a vivê-la.

Ame suas marcas, essa é sua biografia – no mais estrito e literal senso. Só quem
amadurece se torna pleno e um sinal inequívoco de maturidade é auto-aceitação.

Visite o site da Dulce!

Autora: Dulce Magalhães Ph.D em Filosofia, escritora, palestrante e coach. www.dulcemagalhaes.com.br
Autora: Dulce Magalhães
Ph.D em Filosofia, escritora, palestrante e coach.
www.dulcemagalhaes.com.br

Xô baixa estima, xô depressão, seu corpo tem tudo o que precisa para se curar sozinho

  • Nome sânscrito: Manipura: “Repleto de Jóias”.
  • Cor: Amarelo ou Dourado.
  • Mantra: RAM
  • Regido pelo Sol e pelo Elemento Fogo.
  • Cristais: Citrino, Topázio, Pedra do Sol, pode-se usar, também, a Pirita.
  • Chakra-Plexo-solar-400x372

    O 3º Chakra – Plexo Solar localiza-se na altura do estômago, quatro a seis dedos acima do umbigo, rege nossa Autoestima, o Ego, o foco, a boa relação consigo mesmo e com os outros, nossa determinação, motivação, atitude, autocontrole, brilho, poder pessoal e satisfação.

    Você quer melhorar sua autoestima? Então precisa trabalhar mais esse chakra. Porque as pessoas que tem baixa autoestima, problemas digestivos, dentre outros, tem esse chakra desiquilibrado, desenergizado, e com isso altera todo o seu humor e produtividade diária. Vai me dizer que você nunca sentiu um incomodo estomacal em certos locais onde esteve ou com certas pessoas que conversa? É esse chakra que estimula essa sensação pra gente, e por isso temos que nos manter fortes, buscando fazer exercícios com regularidade, mesmo que seja uma caminhada para torna-lo mais forte e em consequência nosso emocional equilibrado também.

    Quantas vezes eu fiquei triste e também me achando feia, com a estima lá nos dedinhos dos pés…. Sei que isso não é fácil pra ninguém e exige uma prática mental de amor próprio e algumas mudanças de atitudes. Às vezes pequenas mudanças poderão transformar esse sentimento. Eu, por exemplo, começo de dentro pra fora: mudo o cabelo de cor, vou pro salão fazer as unhas, depilar, vou ouvir música ao vivo, cantar, ser piedosa com os meus erros, tentar me aceitar com os meus erros e defeitos, …
    Para reequilibrá-lo ou mantê-lo equilibrado, pratique atividades como a dança de ritmos mais latinos e cadenciados, como rumba, salsa, flamenco, paso doble, procure fazer caminhadas, pela manhã, sentindo o contato com o Sol, medite diante de uma vela, use a cor Amarela, procure ingerir alimentos dessa cor e, quando sentir-se irritado, experimente pegar um papel, concentrar toda a sua irritação nele e rasgá-lo.

    Ele controla toda a nossa energia emocional e é fortemente ligado ao Ego individual. Fisicamente rege o aparelho digestivo. Não é por coincidência que problemas emocionais sempre causam problemas digestivos. A emoção e a digestão estão intimamente ligadas.
    Mantenha atitudes de estar bem consigo mesmo, de se gostar, de ter consciência do seu poder pessoal, do seu brilho e capacidade. Você É. Você Pode.

    t3Procure, também, meditar, entoando o mantra RAM pronunciando-o com o “A” aberto:
    É, também, um chakra muito utilizado pelos médiuns, em processos de materialização e contatos com seres de outros planos, por ser um centro que armazena energias místicas.
    Quando bem equilibrado, ele nos auxilia na conscientização acerca de nosso próprio valor, nos tornando flexíveis, traz a alegria, energia, calor humano, poder.
    É o terceiro e último dos três chakras físicos, ele relaciona-se, também, aos ganhos materiais, à nossa forma de lidar com o dinheiro.
    Fisicamente, ele rege o sistema digestivo, principalmente, o estômago, bem como o pâncreas.
    Em desequilíbrio pode ocasionar estresse, baixa autoestima, incapacidade de lidar com o dinheiro, raiva, arrogância, soberba, personalidade sugestionável e influenciável, falta de determinação, dentre outras disfunções.

    Doenças relacionadas a ele: Males que afetam o aparelho digestivo em geral como úlceras, gastrite, doenças que afetam o fígado, diabetes, hipoglicemia, etc.
    NÃO PERCA NA SEMANA QUE VEM, A CONTINUAÇÃO DA SÉRIE, COM A POSTAGEM SOBRE O CHAKRA UMBILICAL!

    livia-croce
    Lívia Croce
    Coach, Empresária, Palestrante e Consultora Empresarial
    www.vivavocejf.com

    O Chakra do Coração – 5º chakra

    A convivência familiar é bem complicada muitas das vezes, mas é o ponto mais importante de nossa vida porque é a família que nos dá base de tudo, do amor, do educar, do falar, do vestir… Muitas vezes perdemos a paciência e deixamos a irritabilidade tomar conta da gente, e com isso ficamos com o chakra cardíaco pesado e sem energia. Procure buscar a paz interior e ser mais condescende com certas situações. Algumas coisas nunca irão mudar, mas será que elas são tão ruins assim? Será que não existem coisas piores? Cada um membro da família tem suas características e você sabe que poderá contar com ele pra certas situações, e sabe que a família sempre irá te apoiar, assim como você quer dar apoio. Mas será que você está dando apoio? Será que você está se doando?
    Reflita sobre sua postura e entenda os afetos como veículos de troca, entretanto, ainda que o seu retorno não venha de onde espera, acredite que ele virá do Universo. Ame de forma desprendida, desapegada. Acredite que não está só e que as pessoas têm formas diferentes de demonstrar. Muitas vezes o que você compreende como negligência, pode ser, apenas, uma forma mais reservada de sentir.

    Pratique o Exercício do Perdão. Perdoe. Perdoe sempre. Entenda que cada pessoa passa por processos e estágios diferentes de evolução e, nem sempre, a compreensão chega ao mesmo tempo, para todos. Perdoando, você estará informando ao Universo que está pronto para o próximo estágio de evolução.

    4ªSÉRIE: O CHAKRA DO CORAÇÃO OU 4º CHAKRA

    anahata

  • Nome sânscrito: Anahata, que significa “O Reino do Som Sagrado”.
  • Cor: Verde e o Rosa.
  • Mantra: YAM.
  • Elemento: Ar.
  • Símbolo: Lótus com 12 pétalas
  • Cristais: Quartzo Rosa, Quartzo Verde, Ágata Musgo, Calcita Rosa, Jade do Transvaal, Opala, Apatita Verde, Cobaltocalcita (Afrodite), Turmalina Melancia, Pedra da Lua e demais pedras dessas cores.
  • Localiza-se bem no centro do peito, entre os mamilos, entre a quarta e quinta vértebra torácicas, centralizado no peito, com uma leve inclinação à esquerda.
    É associado ao timo e é nele que se concentra a energia do Amor Incondicional, nossa fonte vital.
    É responsável também pela saúde e vitalidade do corpo físico, o coração e os pulmões. Sua cor é o verde, e as pedras a ele associadas são verdes (representando a cura e a energia vital) ou cor-de-rosa (representando o Amor). É nele que começa a senda que leva à consciência superior.

    4chakra

    As pedras de cor rosa trabalham diretamente com a energia do Amor Incondicional e promovem tranquilidade e paz ao coração. As verdes trabalham com a energia da cura, da saúde, da vitalidade, do amor físico e da prosperidade. A Turmalina Melancia é bastante especial por conter as duas cores básicas deste chakra, representando-o em sua totalidade.

    O chakra cardíaco é especialmente importante por ser o ponto central de nosso corpo, separando (e unindo) os chakras superiores (quinto, sexto e sétimo), que regem a espiritualidade, dos inferiores (primeiro, segundo e terceiro), que regem o físico. Para energizá-lo e ativá-lo, proceda como das vezes anteriores, mantendo o cristal paralelo ao chão, na posição horizontal, com a ponta direcionada ao quarto chakra, e visualize também um raio de luz branca saindo de dentro deste seu centro de energia, encontrando-se e unindo-se ao feixe de luz que sai pela ponta do cristal. Esse é o chakra através do qual amamos.

    Quando bem equilibrado, podemos perceber a beleza e o amor espiritual em nossos semelhantes. Seu despertar traz maior sensibilidade ao toque e desapego aos objetos materiais. Suas qualidades positivas são o amor incondicional, a capacidade de se doar e receber, a maturidade emocional, o amor em um nível mais sutil, sem o apego, o controle sobre as emoções.

    Em desequilíbrio, em nível emocional, pode ocasionar sensação de pânico, sentimento de perda, ressentimento. Em nível físico: taquicardia, palpitações, pressão alta e problemas cardíacos e respiratórios.
    Para reequilibrá-lo ou mantê-lo equilibrado, procure meditar ao ar livre, acenda incensos, ouça músicas executadas com instrumentos como harpas, cítaras, piano. Atividades como o Tai Chi Chuan são altamente recomendadas.

    Dica: Experimente introduzir em seu vestuário peças com as cores verde ou rosa, bem como a inserção de alimentos dessas cores, como, por exemplo, verduras, frutas com essas cores (melancia, abacate, etc.), além, é claro, da clássica Manga que é excelente no tratamento a problemas cardíacos e emocionais.
    A Aromaterapia também é recomendada e uma ótima pedida são os incensos e essências à base de Rosa Branca e Rosa Cor de Rosa.

    Saiba mais sobre chakras e seus significados:
    O chakra da intuição
    Os chakra que regula o equilíbrio interior
    O chakra laríngeo e o poder da comunicação

    NÃO PERCA NA SEMANA QUE VEM, A CONTINUAÇÃO DA SÉRIE, COM A POSTAGEM SOBRE O CHAKRA DO PLEXO SOLAR.

    Fonte: lotusdelakshimi, xamanismo.com.br

    livia-croce
    Lívia Croce
    Coach, Empresária, Palestrante e Consultora Empresarial
    www.vivavocejf.com