Invista na Autoconfiança como Diferencial no Mundo Moderno!

Tenho observado uma movimentação bem interessante no mundo corporativo. Atuo como palestrante profissional há 15 anos, mas me comporto e trato a minha carreira como se eu tivesse um ou dois anos de presença ativa no mercado. Se eu não permanecer atenta, a diferença entre a minha marca profissional e a de um profissional com pouco tempo de carreira, pode ser zero.

O tempo de caminhada profissional deixou de ser garantia de posicionamento. Isso tem se transformado muito rapidamente de algumas décadas para cá e, com a velocidade da comunicação e das mudanças, os anos de carreira tem sido cada vez mais mero detalhe. Tem muito profissional novinho de idade e de experiência, mas com uma capacidade tremenda de fazer conexões e associações extraordinárias.

A habilidade com tecnologia e o acesso ao conhecimento gerado na internet estreita mundos, realidades, sociedades e geram novas possibilidades, o que justifica o surgimento de tantas inovações! Uma boa parte dos jovens dessa nova geração tem o empreendedorismo nas veias! A maioria trabalha por um ideal e não tem medo de desbravar o novo. Isso faz muito diferença! Mas esse comportamento não deve ser encarado como ameaça pelos profissionais mais maduros e sim como perspectiva de novos negócios, nossas possibilidades! A questão é a perspectiva que cada um se coloca!

A autoconfiança é uma habilidade muito importante para todo e qualquer profissional e pode ser um grande diferencial, que é desenvolvido com exercício e treino. Pense em um jogador de basquete! Ele precisa treinar lances, aperfeiçoar técnicas, ser persistente e ter autodisciplina! Investe tempo para ter excelência e conquistar vitórias. A autoconfiança se adquire cada vez que uma pessoa/profissional reconhece um acerto, um aprendizado.

O sucesso de muitos empreendedores tem origem justamente no desenvolvimento da autoconfiança, independentemente do seu tempo de mercado. A falta dessa habilidade pode se manifestar em sentimentos de incapacidade, impotência e dúvidas paralisantes. Quem não confia em si tem muita dificuldade para enfrentar desafios e a cada fracasso, quando acontece, confirma uma sensação de incompetência e muito sofrimento.

A vida do empreendedor deve ser comparada a um relacionamento. Cada um de nós precisa ter coragem de perguntar se seríamos capazes de atrair, seduzir e conquistar a pessoa amada que convive conosco hoje. O meu termômetro para avaliar se devo continuar investindo em um negócio parte de três princípios: estou me divertindo, estou aprendendo e estou ganhando dinheiro. O divertimento é o prazer da alma na matéria, aprender é o desenvolvimento como ser humano, ganhar dinheiro significa que as pessoas precisam do que sei e faço. Tudo isso tem um propósito, mas torna-se uma condição simplista se não for alicerçado em valores, sentido de vida e amor, então não vale a pena.

Mais que tempo de carreira, o sucesso hoje exige urgência, consciência constante e o saber lidar com todas as exigências de um mercado altamente competitivo com qualidade de vida. Haja desafio! Mas, vale a pena.

Autora: Leila Navarro
Autora: Leila Navarro

 

 

Leila Navarro é palestrante motivacional com reconhecimento no Brasil e no Exterior. Autora de 15 livros, entre eles, “Talento para ser Feliz”, “Talento à prova de crise” e “A vida não precisa ser tão complicada”. Saiba mais no www.leilanavarro.com.br.

Desejo!

Vamos começar a falar do DESEJO a partir de um início: o desejo dos pais seja por quaisquer motivos que forem em TER um filho. O que traz um sujeito ao mundo advém de um desejo por algo: prazer, realização, poder, imortalidade e assim por diante. O pai ou a mãe ou até mesmo os dois desejaram um filho e a criança então resulta deste desejo.

De acordo com o dicionário de psicanálise, a palavra desejo pode ser relacionada aos sinais ligados às primeiras vivências de satisfação. O desejo por excelência é o desejo do inconsciente. As vias do desejo na vida cotidiana, nos mostra que não existe objeto que seja adequado ao desejo, ou seja, faz-se necessário estarmos em FALTA para buscarmos aquilo que desejamos caso contrário, estagnamos. Por isto o ser humano, quase nunca está satisfeito. Estamos sempre em busca de algo a mais e melhor.
Jaques Lacan refere ao termo “objeto causa de desejo”, aquilo que é de fato a causa do desejo, a razão de ser tudo o que em relação ao desejo, move minha vida!
Este desejo que nos pertence, e que às vezes passa despercebido, chega quando menos esperamos, estabelecendo-se a partir dos significantes que construímos em nossas vidas, através das RELAÇÕES que temos com outros sujeitos que por sua vez, também desejam!
DESEJAM, pois já foram causa de desejo para alguém. Assim, tornam-se sujeitos desejantes uma vez que foram apreendidos e inseridos no campo da LINGUAGEM. Sem ela, não haveria o desejo da forma como conhecemos: estimulante, contorcido, contraditório e em especial insaciável.
Por hoje, ficamos por aqui, mas VOCÊ fique com o SEU DESEJO!

Referências Bibliográficas:
VIVAS, H.C. Causa do Desejo. In: Os objetos a na experiência psicanalítica. Associação Mundial de Psicanálise. Rio de Janeiro: Contra Capa Livraria, 2008.
LAPLANCHE, J; PONTALIS, J.B. Vocabulário da Psicanálise. São Paulo: Martins Fontes Editora. 10.a edição, 1988.
FINK, B. O sujeito lacaniano, entre a linguagem e o gozo. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editora, 1998.

Consultoria e supervisão: Marcelo Rodrigo Campos- Psicólogo CRP.12-03563 e Psicanalista

 

Mitra
Autora: Mitra B. Granfar

 

 
Profissional: Mitrá B G Curbani

Psicanalista- Esp. Transtornos da Infância e Adolescência e Fonoaudióloga CRFa 9446.