Livro gratuito sobre 400 espécies de plantas medicinais

O “Tratado das Plantas Medicinais” é fruto do trabalho de mais de 40 anos de pesquisas e vivências da farmacêutica e professora Telma Sueli Mesquita Grandi. A obra, disponível para download gratuito, reúne 383 espécies com poder medicinal.

Na apresentação do livro, a autora explica que durante quase quatro décadas se dedicou ao ensino universitário e à pesquisa. Neste tempo, juntamente com seus alunos, Telma pôde analisar mais de cinco mil exemplares de plantas. Com o apoio de colegas botânicos e outros especialistas em plantas e farmácia, foi possível detalhar e apresentar diferentes usos de cada uma das espécies escolhidas para entrarem na obra.

Além de mostrar o enorme poder da natureza para curar doenças, o livro também é extremamente útil para informar as pessoas sobre os cuidados necessários, mesmo com remédios naturais. “É essa rica experiência que quero passar pra vocês e, principalmente, colocar que plantas medicinais podem causar muitos problemas se não forem observadas as quantidades em uso. Pois a diferença entre o medicamento e o veneno é, às vezes, questão de dosagem. Tive, pois, a preocupação de colocar em cada espécie as contraindicações, toxidade e a moderna interação medicamentosa”, explica a autora na apresentação do livro. Outro ponto a atentar é quanto ao local da coleta. A autora lembra que plantas coletadas em áreas urbanas muito poluídas podem estar contaminadas.

Esse cuidado está presente e visível em cada detalhe do livro. Segundo Telma, foram necessários três anos de coleta de plantas e flores apenas para que os artistas conseguissem desenhar adequadamente cada uma das aquarelas das espécies. A precisão também está o conteúdo. Nomes científicos, origem, descrição, partes usadas das plantas, constituição química, utilização, contraindicações e toxidade são detalhados em cada uma das plantas.

Além de exemplos comuns, como a erva-doce, o boldo e o quebra-pedra, o livro demonstra que espécies inusitadas como o arroz, ipê, couve e coentro também fazem parte da lista de plantas com propriedades medicinais.

Boa parte dos exemplares estudados e apresentados foram coletados em Minas Gerais. Mas, são nativos de diferentes locais do mundo e comuns em diversas regiões brasileiras.

 

Clique aqui, aqui ou aqui para baixar o livro gratuitamente.

fonte e texto: www.ciclovivo.com.br

8 Benefícios do Inhame – Promova a sua saúde

Aproveite os benefícios do inhame e promova sua saúde!

Ainda desconhecido para alguns, o inhame é um tubérculo cujas vantagens vão muito além do seu sabor. Descubra os principais benefícios do inhame.

Destaca-se pela capacidade de diminuir o “mau” colesterol, melhorar o funcionamento intestinal e fortalecer o sistema imunitário. Por ser altamente nutritivo e medianamente calórico, é uma boa opção também para quem está a seguir uma dieta.

E estes são apenas alguns dos benefícios do inhame. Fonte de fibras, vitamina C, vitaminas do complexo B e minerais como potássio e fósforo, o inhame também é rico em hidratos de carbono complexos, e pobre em gorduras saturadas e sódio.

PORQUE DEVE COMER INHAME?

Graças às suas propriedades nutricionais, a introdução deste tubérculo na sua alimentação proporciona ao organismo e à saúde inúmeras mais-valias. Confira alguns dos principais benefícios do inhame.

1. AJUDA NA SAÚDE DO CORAÇÃO

O inhame contém vitamina B6 (piridoxina) e B9 (ácido fólico), dois nutrientes que ajudam a controlar os níveis de homocisteína no organismo e reduzem o risco de doença cardíaca.

Para além disso, é rico em potássio e vitamina C, dois nutrientes que reduzem a pressão arterial e possibilitam a dilatação dos vasos sanguíneos, melhorando o fluxo de sangue para o coração e ajudando a prevenir o aparecimento de hipertensão.

2. CONTROLA OS SINTOMAS DA TPM E DA MENOPAUSA

rugas

O inhame é rico em diosgenina, uma substância que tem a estrutura similar aos estrogénios humanos e auxilia na regulação hormonal feminina, equilibrando os níveis de alguns hormonios e melhorando os sintomas de tensão pré-menstrual (TPM) e da menopausa. Há estudos que relatam que o consumo de inhame pode ser útil nos casos de endometriose, doença fibrocística da mama e fibrose uterina.

3. PROTEGE A VISÃO

Se quer preservar e proteger a saúde dos seus olhos, o inhame é uma boa opção. O seu teor em vitamina A e C ajuda a prevenir a degeneração macular, uma condição na qual a visão fina se deteriora, resultando na perda da visão central, e as cataratas. A vitamina A também melhora a visão noturna e hidrata os olhos, evitando o aparecimento de úlceras ou feridas nas pálpebras.

4. FORTALECE O SISTEMA IMUNOLÓGICO

Este pode muito bem ser um dos principais benefícios do inhame para a saúde. Por ser fonte de vitamina C e zinco, dois nutrientes essenciais para o funcionamento do organismo, o consumo de inhame ajuda a fortalecer o sistema imunológico, responsável pela defesa do organismo.

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5. FAZ BEM AO CÉREBRO E AO SISTEMA NERVOSO

As vitaminas do complexo B, o potássio e o fósforo que se encontram no inhame fazem com que este tubérculo seja benéfico para a melhoria da saúde do sistema nervoso e da memória, já que são responsáveis por levar o oxigénio às células e nervos. Por exemplo, enquanto a niacina (vitamina B3) estimula a memória e diminui o impacto do stress do dia-a-dia, a tiamina (vitamina B1) é fundamental para a transmissão dos impulsos nervosos.

6. PREVINE O APARECIMENTO DE CÂNCER

Graças à presença de vitamina A e C, o inhame é um excelente antioxidante, protegendo o corpo dos radicais livres que causam stress oxidativo, o qual está associado a diferentes tipos de cancer, incluindo o do pulmão, cólon, estômago e esófago.

7. EVITA PICOS DE AÇÚCAR NO SANGUE

O inhame é uma fonte de hidratos de carbono complexos que contribuem para a lenta absorção dos açúcares para o sangue, ou seja, promove uma lenta subida glicémica. Esta situação é particularmente benéfica para as pessoas que sofrem de diabetes, pois evita a ocorrência de picos de açúcar no sangue ou hipoglicemias.

8. AJUDA A CONTROLAR O PESO

O inhame também é amigo da silhueta ou de quem está a fazer dieta. Graças às suas fibras solúveis, a digestão e a absorção do açúcar para o sangue é feita mais lentamente, conferindo saciedade por mais tempo, mais energia e um trânsito intestinal regular.

A nível energético, apresenta cerca de 118 calorias por cada 100 gramas e ser consumido para uma alimentação saudável, equilibrada e variada.

CUIDADOS A TER NO CONSUMO DE INHAME
O funcionamento do sistema endócrino é bastante delicado e a diosgenina que se encontra na sua composição pode alterá-lo. Por essa razão, as grávidas e lactantes devem evitar o seu consumo.

fonte: www.vidaativa.pt

Pela sua saúde conheça os 5 alimentos que não deve aquecer no micro-ondas!

Há cada vez mais pessoas a levarem comida para o local de trabalho, seja para poupar algum dinheiro seja porque tem pressa ou até para manter a linha.
A maioria das refeições – senão todas – é aquecida no micro-ondas. Mas, segundo a The European Food Information Council e a Food Standards Agency, citadas pelo jornal inglês Independent, nem todos os alimentos devem ser reaquecidos no micro-ondas.

Eis quais os alimentos que deve evitar voltar a aquecer no micro-ondas:

1. Frango

Tanto frango como outras aves e ovos têm uma quantidade específica de salmonela. Nada com que tenha de se preocupar, a não ser que aqueça estes alimentos no micro-ondas, uma vez que este aparelho não aquece a comida toda da mesma maneira, isto é, há partes que aquecem mais rapidamente que outras.

Reaquecer frango no micro-ondas não é boa ideia porque contém mais proteínas que carnes vermelhas. Quando são reaquecidas, as proteínas são decompostas de uma forma diferente e isso pode provocar dores de estômago.

Caso decida aquecer frango no micro-ondas, não se esqueça de ir virando a carne regularmente de modo a que esta aqueça por dentro e por fora.

2. Arroz

No caso do arroz, a maneira como este é guardado é mais importante de que voltar a aquecê-lo. Quando o arroz é deixado num recipiente a temperatura ambiente, os esporos multiplicam-se e podem provocar uma intoxicação alimentar. Ao voltar a aquecer o arroz, arrisca-se na mesma a ter uma intoxicação.

3. Batatas

O problema das batatas é o mesmo que o do arroz, ou seja, o importante é a maneira como guarda o alimento. Se deixar as batatas arrefecerem à temperatura ambiente e não as colocar no frigorífico, pode levar a que surja a bactéria Clostridium botulinum, que pode provocar uma intoxicação alimentar. Uma situação que pode ocorrer especialmente se envolver as batatas em papel prata.

Voltar a aquecer as batatas não destrói a bactéria, portanto tenha atenção ao modo como as guarda.

4. Cogumelos

Segundo o European Food Information Council, os cogumelos têm proteínas que podem facilmente ser destruídas por micro-organismos e enzimas.

Mais uma vez, os cogumelos podem estragar-se com facilidade caso não sejam guardados corretamente. Se os voltar a aquecer, pode ficar com dores de estômago ou até ficar doente. À partida, explica o European Food Information Council, se os guardar no frigorifico durante, no máximo, 24 horas, não deverá haver problema em voltar a aquecê-los. Mas não o faça a uma temperatura superior a 70ºC.

5. Espinafres e outros vegetais

O European Food Information Council desaconcelha as pessoas a voltarem a aquecer os espinafres. Isto porque tanto os espinafres como outros vegetais com folhas como o agrião, a alface, a rúcula, a couve, etc., têm elevados níveis de nitrato.

O European Food Information Council explica que, ainda que estes, em si, sejam inofensivos, o problema surge quando os nitratos são convertidos em nitritos e estes, por sua vez, em nitrosaminas.

Isto pode afetar a capacidade da corrente sanguínea de transportar oxigénio. A situação complica-se no caso das crianças, uma vez que pode provocar problemas no coração dos bebés conhecido por ‘Blue Baby Syndrome’.

fonte:www.achefsoueu.com

ALÍVIO DOS SINTOMAS…É POSSÍVEL?

Sim, é possível!

Depois dos 50 temos que ter alguns cuidados…mas o principal é consultar um ginecologista uma vez por ano!
Seu médico vai lhe pedir exames importantes para a fase que está vivendo.
Mamografia, ultrassom transvaginal , exames da tireoide, densitometria óssea…são algumas possibilidades. E provavelmente você vai encontrar um alívio para seus sintomas.
CALORES: ondas quase insuportáveis…
FALTA DE DESEJO SEXUAL: a última coisa que a gente quer é sexo!
IRRITABILIDADE: o famoso “pavio curto”!
ALTERAÇÃO DO HUMOR(TRISTEZA): chorar até na propaganda de margarina…
INSÔNIA: sem dormir, tudo piora!
RACHADURAS VAGINAIS: extremamente doloridas, são um convite para virar de costas e dormir, quando se tem sono!
GANHO DE PESO: quase unanimidade!

Menopausa não é uma doença…é uma fase da vida! Se não cuidarmos, os sintomas nos fazem parecer doentes…

A melhor opção é a reposição hormonal, que nada mais é do que repor os hormônios que deixaram de ser produzidos naturalmente pelo nosso corpo.

Com os hormônios controlados, você vai deixando de sentir muitos desconfortos. Mas não é todo mundo que pode fazer! Converse com seu médico e então ele encontrará o tratamento certo para o seu caso. Talvez você precise de um antidepressivo além do hormônio e certamente fazer uma atividade física. O que não pode acontecer é deixar de ir ao médico!

Dessa forma, você consegue passar por essa fase de uma maneira diferente de nossas mães…naquela época não existiam muitas opções e a mulher estava “condenada” a sofrer e a se conformar com a “aposentadoria forçada”.

Hoje, esse sofrimento todo não tem mais razão. Por isso estamos mais bonitas, dispostas e atuantes!

fonte:mulhersempausa.com.br

Aprenda sobre o poder das folhas de louro

O louro é muito eficaz para variados fins medicinais e muito útil durante a vida.

Esta é uma velha receita. Mas, antes de saber por que ela deve ser feita, vale a pena saber um pouco sobre o louro.

O louro é usado desde os tempos antigos. Já foi símbolo de poder: reis e imperadores usavam coroas de louro na Antiguidade. Tradição mantida, na atualidade, nas coroas dos vencedores de competições desportivas.

Nas folhas de louro se encontra um azeite essencial composto de cineol e eugenol. Elas têm muitas propriedades que são atribuídas principalmente aos seus óleos essenciais, que curam muitas doenças.

O louro é excelente para tratar tonturas, depressão, nervosismo, pânico, falta de vontade, falta de apetite, problemas na bexiga, no pulmão, dor de estômago, parasitose, digestão lenta, stresse, surdez, dor de garganta, como regulador menstrual, doenças cardiovasculares, dores articulares e musculares, dores cabeça, limpa o trato respiratório e refresca o ambiente.
Tem ótimas qualidades diuréticas, anti-inflamatórias e é um bom protetor do coração.

Alguns usos medicinais do louro passados de geração em geração:

1. Para melhorar a digestão e regular a menstruação

Coloque 2 pequenas folhas de louro em 1 copo de água fervida. Tome de 2 a 3 xícaras por dia.

2. Para levantar o ânimo

Deixe de molho 3 folhas em 1 copo de água durante a noite. No outro dia, beber esta água na parte da manhã assim que acordar.

3. Para aliviar contusões e acne

Deixe em imersão um punhado de folhas de louro em 250 mL de azeite de oliva por 15 dias. Coe e aplique o óleo com gaze sobre as lesões cutâneas.
Observação: Faça antes um teste aplicando uma pequena quantidade do óleo no cotovelo para ver se ocorre alguma reação alérgica.

4. Para aliviar dores articulares e musculares, herpes e também para curar doenças de pele

Ferva um punhado de folhas de louro esmagadas até secar toda a água. Coe antes que esfrie, reservando a gordura que se separará. Esfregue esta “manteiga” nas áreas afetadas.
Observação: Faça antes um teste aplicando uma pequena quantidade da gordura no cotovelo para ver se ocorre alguma reação alérgica.

5. Para tonificar músculos flácidos e doridos

Ferva um punhado grande de folhas em 2 litros de agua durante 15 minutos. Coar e colocar a água numa banheira ou tina para banho.

6. Para limpar as vias aéreas e aliviar dores de cabeça e o stress

Queime algumas folhas de louro e inale a fumaça. Pode usar 1 folha grande e levá-la ao fogo do fogão. Assim que começar a queimar, retire-a do fogo e, com cuidado, inspire a fumaça que sairá da folha. Faça isso várias vezes (a folha apagará também várias vezes) e sempre com cuidado para não se queimar.

Outra opção é colocar várias folhas num objeto cerâmico resistente ao fogo, e queimá-las. Depois, é só inspirar o fogo das folhas queimadas.

Na Antiguidade queimavam folhas de louro nas casas dos enfermos para purificar o ambiente.

Como cuidar dos cabelos brancos

Nem todas as mulheres se sentem confortáveis ao exibir fios brancos, mas a verdade é que eles são muito charmosos. Se está tentando se adaptar ao visual grisalho, essas dicas são para você. Reunimos truques e cuidados para manter suas madeixas incríveis:

Atenção à cor
Os fios brancos tendem ao amarelado com o tempo. A culpa disso é da exposição ao sol, ao cloro e a outros agentes externos que danificam a fibra. Para evitar que aconteça por aí, invista em xampus de cor cinza ou roxa. A pigmentação desses produtos neutraliza o tom amarelo e devolvem o brilho prateado natural dos fios brancos. Também vale apostar em máscaras e condicionadores com essa proposta.

Cuidados: Esse tipo de cosmético exige um tempo de pausa. O que é isso? Aquele momento em que a gente passa o produto e aguarda alguns minutinhos enquanto ele age. A ressalva, nesse caso, é de que se respeite o período recomendado na embalagem: ultrapassá-lo pode sobrecarregar os fios e deixar seu cabelo lilás. o efeito sai em algumas lavagens sem maiores problemas, mas, se podemos evitar que aconteça, é melhor, não é?

Hidratação
A falta de melanina, pigmento que dá cor aos cabelos, potencializa o ressecamento. Isso significa que eles perdem a maleabilidade e podem ficar quebradiços. Por isso, vale a pena apostar em hidratações feitas com linhas de reconstrução capilar, que reponham a massa e devolvam a força dos fios.

Quais componentes fazem isso?
Produtos à base de queratina, arginina e aminoácidos são ótimas alternativas. Antes de hidratar, lave com um xampu transparente para limpar profundamente e remover o excesso de outras substâncias. Depois do procedimento, aplique um leave-in para selar as cutículas do fio e seque com o secado – o calor ativa essas substâncias e potencializa seus efeitos.

fonte: Claudia

Intestino e depressão – Uma questão de limpeza

Trate bem do seu intestino, mantenha-o trabalhando sem atravancos, alimente-se saudavelmente que você terá saúde tanto emocional quanto física.

Talvez você ainda não saiba mas, o principal órgão do nosso corpo que tem a ver com a nossa saúde tanto física quanto emocional é o intestino. Recentemente o médico americano Michael D. Gershon, da Universidade de Columbia, em Nova York, confirmou que o intestino tem um sistema nervoso autônomo com uma vasta rede de 100 milhões de neurônios e neurotransmissores de montão.
Uma coisa muito interessante é que 90% de toda a serotonina que anda pelo nosso corpo é produzida lá, nos intestinos. Também é nos intestinos que nós produzimos 80% de todo o nosso potencial imunitário, para além do hormônio do crescimento.
Então, uma conclusão direta é: trate bem do seu intestino, mantenha-o trabalhando sem atravancos, alimente-se saudavelmente que você terá saúde tanto emocional quanto física.

“Uma noite mal dormida, excesso de bebida, fumo e muito açúcar podem interferir no funcionamento do intestino, já que estes fatores modificam o PH intestinal e aceleram o envelhecimento, a falta de vitalidade e podem ainda agravar os quadros de depressão”, afirma a psicoterapeuta Adriana Splendore, que também é terapeuta ortomolecular.

Sabendo disso, você tem mesmo de cuidar de ter uma alimentação rica em água de boa qualidade e fibras orgânicas, que ajudam na limpeza do intestino, fora aportarem com vasta gama de minerais e vitaminas essenciais.

Alimentos que fazem bem ao intestino
Alimentos fundamentais para a saúde do intestino são a aveia, o inhame, o arroz integral e a linhaça.

E, “para aumentar os níveis cerebrais de serotonina precisamos ingerir alimentos que contenham os minerais Cálcio e Magnésio, os quais estimulam a produção de triptofano, o aminoácido precursor da serotonina”, diz Adriana Splendore.

Ai é que entram as boas fontes de cálcio: requeijão, queijos magros, brócolis e gergelim.

E as fontes de magnésio: tofu, soja, caju, salmão, espinafre, aveia e arroz integral.

Mantenha seu intestino limpo assim:

  • Comendo de 8 a 10 porções de frutas por semana – escolha frutas com fibra, mas não só.
  • Grãos integrais 2-3 vezes por semana.
  • Alimentos que limpam o cólon e são ricos em fibras e proteínas.
  • Comendo menos doces e gorduras.
  • Use sementes de linhaça polvilhada em todo lado.
  • Fazer atividade física diária é fundamental – caminhe, pelo menos 30 minutos, ou jogue bola, ou dance, ou ande de bicicleta. Escolha o que mais gosta, e faça.
  • Beba água, água pura, chá, suco e, de novo…água.

Uma postura correta garante uma boa eliminação, se você tem dificuldades para evacuar, procure profissionais especializados e garanta sua saúde física e emocional!

Posição para evacuar corretamente
Posição para evacuar corretamente

Fonte: Green Me

andreaterezinha@hotmail.com
Andréa Terezinha Alves
Fisioterapeuta uroginecológica

Como lidar com ressecamento vaginal na menopausa

Estima-se que entre 40% e 60% das mulheres sofrem de secura e prurido vaginal durante a menopausa – um sintoma desconfortável e, para muitas mulheres, até embaraçoso, o que faz deste sintoma um que afeta não só o bem-estar físico, mas também o emocional.

O que é o ressecamento vaginal?

A secura vaginal é um dos muitos sintomas menopáusicos por mulheres com idades compreendidas entre os 40 e os 50 anos e está diretamente ligada às alterações hormonais que caracterizam esta fase da vida feminina. A secura vaginal pode ser clinicamente definida como a falta de humidade adequada na zona vaginal, uma vez que, embora o corpo lubrifique, de forma natural, a parede vaginal, as alterações hormonais associadas à menopausa vêm destabilizar esse processo orgânico. O resultado é a secura, irritação e até infeção vaginal que, manifestando-se de diferentes formas, podem revelar-se de pouco a muito doloroso. Associado ainda a uma redução da libido, a secura vaginal pode afetar uma mulher fisicamente, mas também emocionalmente, uma vez que pode levá-la a sentir-se “velha” e “indesejada”.

Não se sabe se é a vergonha por sentir dor no ato sexual ou o medo da reação do parceiro, mas o fato é que cerca de 90% das mulheres que possuem ressecamento vaginal jamais relatam isso para seus ginecologistas, prolongando o sofrimento e inibindo-se de sentir prazer. Mas saiba que essa secura na vagina pode ser devidamente tratada – você só precisa diagnosticá-la.

Quais as suas causas?
Com a chegada da menopausa, os ovários passam a produzir menos estrogénio e a diminuição dessa produção é a principal causa da secura vaginal. Porquê? O estrogénio é um vasodilatador, responsável pela irrigação sanguínea da vagina, por isso, quando os seus níveis começam a baixar, as paredes vaginais tornam-se mais finas, mais secas e menos flexíveis. Para além disso, verifica-se uma diminuição das secreções vaginais e, como consequência direta, uma menor lubrificação vaginal; mas também alterações do nível de pH na vagina. Pode ainda verificar-se um atrofiamento da vagina uma vez que, com a falta de estrogénio, a camada superficial que normalmente protege a vagina pode encolher ou deixar mesmo de existir. Consequentemente, o resultado é uma maior propensão para a secura, irritação e infeção vaginal sobre diversas e até dolorosas formas.

Outras causas frequentes
Existem ainda alguns fatores exteriores à menopausa que podem causar ou contribuir para a secura vaginal:

Fatores físicos – doenças autoimunes (por exemplo: síndrome de Sjogren); infeções (bacterianas, virais, sexualmente transmitidas); alguns medicamentos (anti-histamínicos, antigripais, antidepressivos, tratamentos de cancro…); consumo exagerado de café, álcool e tabaco.

Fatores emocionais – stress, depressão, ansiedade, alterações de humor, problemas no relacionamento a dois.

Fatores ambientais – duches vaginais; reação alérgica a sabonetes, gel de banho, detergente ou amaciador da roupa; vestuário apertado e/ou com tecidos sintéticos.

Como se manifesta?
A secura vaginal pode ser acompanhada de vários outros sintomas, igualmente desagradáveis, e que incluem: comichão, picadas, irritação, ardência, pressão, urinar com frequência, menos lubrificação vaginal, relações sexuais dolorosas, hemorragias após a relação sexual, desconforto ao vestir calças, desconforto generalizado e infeções vaginais diversas.

O que fazer?
Existem várias formas de lidar com a secura vaginal e, como cada caso é um caso, o melhor é mesmo cada mulher experimentar diferentes soluções de forma a descobrir aquela com que se sente bem e que melhore se adequa ao seu estilo de vida. Porém, o mais importante é consultar o seu médico assistente, de forma a verificar, em primeiro lugar, qual a(s) causa(s) da secura vaginal.

  • Seguir uma alimentação saudável.
  • Manter-se hidratada, ou seja, beber bastante água.
  • Evitar o uso de sabonetes ou gels de banho perfumados.
  • Evitar os duches vaginais e ter sempre o cuidado de se limpar na direção vagina-ânus, para evitar a propagação de bactérias.
  • Lavar a roupa interior com um detergente suave.
  • Evitar roupa muito justa e/ou confecionada com fibras sintéticas.
  • Experimentar um hidratante vaginal, de preferência natural.
  • Utilizar um lubrificante nas relações sexuais.
  • Manter uma vida sexual ativa, isto porque ajuda a manter a saúde vaginal.
  • O tratamento de substituição hormonal, à base de medicamentos orais, é uma das terapias mais utilizadas na menopausa e pode também ser adequada para o tratamento da secura vaginal.
  • A terapia de estrogénio vaginal é outra alternativa, existindo sobre a forma de cremes, supositórios, anéis e pastilhas vaginais.

A fisioterapia Pélvica no ressecamento vaginal

O exercício da musculatura do assoalho pélvico auxilia no ressecamento vaginal,
tem o poder de melhorar a vascularização local – ou seja, aumentar e melhorar a circulação sanguínea. A melhoria na circulação diminui o ressecamento e enfraquecimento da mucosa, diminui a morte celular e o consequente enfraquecimento da musculatura e pele. Ainda, facilita que as condições necessárias para o orgasmo sejam mantidas ou até melhoradas.

Previna-se!!

Procure um profissional especializado!

andreaterezinha@hotmail.com
Andréa Terezinha Alves
Fisioterapeuta uroginecológica

“Bexiga caída”- Causas, Sintomas e Tratamentos

O prolapso da bexiga (conhecido como cistocele) é uma doença na qual a bexiga desce na vagina.

Uma bexiga caída é uma condição em que a parede entre a bexiga urinária e a vagina enfraquece, causando um deslizamento da bexiga da sua posição anatómica.
A bexiga femenina desce gradualmente na vagina causando dor durante a micção.
Esta doença também é conhecida como prolapso da bexiga ou cistocele. Em alguns casos, pode provocar o esvaziamento da bexiga com tosse, rindo ou espirros mínimos.

A cistocele pode ser classificada em três graus:

  • Grau 1 (a bexiga desce na vagina, é leve),
  • Grau 2 (a bexiga quase cai na abertura vaginal),
  • Grau 3 (a bexiga sobressai da abertura vaginal).
  • Mais de uma vez, uma mulher que sofre desta desordem devido a esforço muscular intenso durante o parto, um levantamento de pesos pesados ou evacuação intestinal forçada ou enfraquecimento da musculatura do assoalho pélvico.

    Causas de prolapso da bexiga

    Na maioria das mulheres, a parede vaginal pós-parto recupera a força ao longo do tempo.
    No entanto, no caso de mulheres que deram à luz a muitas crianças, pode acontecer que a parede vaginal não recuperar a força.
    Essas mulheres estão em risco de haver um prolapso.
    O estrógeno é um hormônio responsável pela saúde dos músculos vaginais e de uma forte parede vaginal.
    Após a menopausa, a produção de estrógeno pára e resulta no enfraquecimento dos músculos do assoalho pélvico podendo causar o problema.

    Essa situação pode ocorrer em uma pessoa cujo trabalho requer o levantamento de objetos pesados.
    Pode acontecer devido à pressão exercida pelo esforço durante a defecação.
    O esforço causado pela tosse durante um longo período de tempo ou uma prisão de ventre de longo prazo pode afetar a força dos músculos pélvicos.
    Em alguns casos, a gravidez pode causar um prolapso da bexiga devido à pressão do bebê sobre a bexiga.

    Sintomas de prolapso da bexiga

    • O paciente pode ter uma sensação de plenitude na área vaginal e na bacia.
    • Uma sensação de evacuação incompleta após a micção
    • A presença de algo que sobressai da vagina.
    • Incontinência urinária (provocada por tossir, risada, espirros, etc).
    • Perda de urina durante a relação sexual.
    • Dificuldade de esvaziar a bexiga
    • Às vezes inchaço na vagina
    • Sensação de pressão na vagina
    • Dor na coluna lombar
    • Dor vaginal durante a relação sexual
    • Dor no baixo ventre
    • Infecção da bexiga (recorrente).
    • Depressão
    • Perda da auto-estima
    • Menor atividade social e sexual, ou ausência.

    Diagnóstico do prolápso da bexiga

    O médico a quem procurar é o ginecologista.
    Se o médico suspeita de um cistocele, examina a história clínica completa da mulher junto com sinais físicos.
    As mulheres nos anos da menopausa e aquelas que tiveram muitos partos têm um risco maior de desenvolver este problema em relação as outras.
    Para confirmação das anomalias de bexiga, geralmente é efetuado uma uretrocistografia miccional.
    A uretrocistografia miccional é um exame onde é efetuada uma radiografia da bexiga durante a micção. Isso ajuda o médico a examinar a forma da bexiga.
    Também ajuda a verificar os problemas relacionados com o fluxo de urina.
    Quando os médicos são capazes de determinar o grau de prolapso da bexiga, pode recomendar os cuidados mais adequados.

    O que fazer? Tratamento para prolapso da bexiga

    O tratamento do cistocele baseia-se na gravidade. Para os casos leves sem sintomas, o tratamento envolve reabilitação perineal com a Fisioterapia Pélvica.
    Em casos moderados, é aconselhável usar um pessário.
    Esta ferramenta é um anel de borracha que você inserir na vagina e a bexiga mantém-se na sua posição normal.
    Às vezes (como uma alternativa), recomenda-se um tampão ou um diafragma.
    Na maioria das vezes, esta é uma solução temporária antes da cirurgia.
    Os médicos também recomendam um tratamento com estrogênio para pessoas que sofrem de sintomas da menopausa e Fisioterapia Pélvica para o fortalecimento do assoalho pélvico ou como pré e pós cirúrgico. O ideal seria realizar os exercícios para a prevenção.
    A cirurgia é indicada se o paciente tem um prolapso bem visível da vagina e tem problemas na realização das atividades diárias.

    O que acontece durante a cirurgia para prolapso?

    Os casos graves de prolapso podem ser resolvidos apenas com cirurgia para reposicionar os órgãos que caíram e restaurar a estrutura de apoio.
    A operação é feita sob raquianestesia (o paciente permanece acordado na metade superior do corpo) ou anestesia geral.

    A operação é bastante simples:
    O cirurgião faz uma incisão na vagina e em seguida, aplicar uma malha biocompatível e não absorvível no tecido para apoiar a vagina.
    Esta malha, pode ser colocada na frente ou atrás da parede da vagina, ou ambos, dependendo do tipo do prolapso.
    Outra malha pode ser colocada na parte superior da vagina ou na cérvix para apoiar a vagina.
    Após a operação, administrar-se antibióticos para reduzir a possibilidade de infecção da bexiga.

    Sem os exercícios o prolapso e incontinência podem retornar.

    Previna-se!

    Procure um Fisioterapeuta uroginecológico.

    Saiba mais sobre problemas urinários:
    Perder urina não é normal

    andreaterezinha@hotmail.com
    Andréa Terezinha Alves
    Fisioterapeuta uroginecológica

    Perder urina não é normal

    A incontinência urinária tem tratamento e não pode ser considerada um problema normal da idade. Estimativas apontam que 35% das mulheres após a menopausa sofrem do problema ao fazer algum esforço.

    No dia em que é celebrado o Dia Mundial da Incontinência Urinária, 14 de março, a Sociedade Brasileira de Urologia (SBU) alerta que a doença tem tratamento e que não pode ser considerada um problema normal da idade. Estimativas apontam que 35% das mulheres após a menopausa sofrem de incontinência urinária ao fazer algum esforço e 40% das gestantes vão apresentar um ou mais episódios do problema durante a gestação ou logo após o parto. Entre os homens, cerca de 5% dos submetidos à cirurgia para retirada da próstata também podem apresentar incontinência.
    A doença se caracteriza pela perda involuntária de urina, o que ocasiona problemas de convívio social. As causas são genéticas, hormonais, envelhecimento, tabagismo, bexiga hiperativa, lesões medulares ou doenças do sistema nervoso, etc.

    “A incontinência urinária não é normal em nenhuma idade. Ela é uma doença para qual há procedimentos de diagnósticos e tratamento”.O idoso tem algumas alterações na bexiga que o levam a desenvolver a incontinência, seja pelo envelhecimento do esfíncter ou por micro contrações que surgem na bexiga”, acrescenta.

    Tipos de Incontinência Urinária:

    • A DE ESFORÇO:
      Quando há perda de urina ao tossir, rir, fazer exercício, etc.
    • A DE URGÊNCIA:
      Ocorre quando há súbita vontade de urinar e a pessoa não consegue chegar a tempo ao banheiro.
    • A MISTA:
      Associação dos dois tipos anteriores.(Todos os tipos são tratados com eficácia pela Fisioterapia Pélvica.)

    “Mais da metade dos casos de incontinência urinária é de esforço”, afirma o chefe do Departamento de Urologia Feminina da SBU, Márcio Averbeck. Neste caso, o tratamento consiste em exercícios para o assoalho pélvico, medicamentos ou cirurgia.

    Alguns tratamentos importantes já são cobertos pelos planos de saúde desde 2014, como o esfíncter artificial (para incontinência após cirurgia de próstata) e a neuromodulação sacral (semelhante a um “marca-passo”, utilizado para estimular os nervos que proporcionam o controle da bexiga).

    A neuromodulação sacral é mais uma opção no leque de tratamentos para quem tem a bexiga hiperativa. “Depois que tentamos diversos tratamentos e estes não dão certo é que optamos pela neuromodulação. Ela é bastante indicada para quem tem casos graves de bexiga hiperativa”, diz Averbeck. A bexiga hiperativa pode ser a causa da urgência para urinar e, em alguns casos, pode estar associada à contração involuntária da bexiga em momentos inapropriados, o que leva à perda da urina. Estima-se que 18% da população adulta no Brasil sofram de bexiga hiperativa,que também pode ser tratada com fisioterapia pélvica.

    A toxina botulínica é uma outra opção terapêutica importante no tratamento de pacientes de bexiga hiperativa refratários às modalidades conservadoras. A injeção localizada e seletiva produz bloqueio muscular específico, impedindo a contração involuntária da bexiga e a perda de urina.

    PREVENÇÃO: Prevenir é melhor do que remediar.

    A prevenção à incontinência urinária se dá com administração de exercícios para o fortalecimento da musculatura do assoalho pélvico. O exercício consiste na contração do assoalho pélvico por 10 segundos e o relaxamento por 10 segundos. O movimento deve ser repetido 10 vezes por, pelo menos, três vezes ao dia. Estes músculos são importantes para o controle da micção.

    ‘A primeira opção de tratamento é o exercício acompanhado por um Fisioterapeuta para conscientização do músculo que precisa ser contraído. Em muitos casos, o exercício já resolve o problema, por isso é necessário consultar o urologista”.
    Além dos exercícios, ter hábitos saudáveis auxiliam na prevenção, tais como: evitar o sedentarismo e a obesidade; controlar o ganho de peso nas gestações; praticar exercícios para fortalecer o assoalho pélvico; evitar a prisão de ventre; não fumar (para diminuir a tosse e a irritação da bexiga).

    Perder urina não é normal.
    Procure um Urologista. Procure Fisioterapia Uroginecológica, a maioria das situações são resolvidas com algumas sessões, sem necessidade de procedimento cirúrgico.

    Fonte: Portal da urologia

    andreaterezinha@hotmail.com
    Andréa Terezinha Alves
    Fisioterapeuta uroginecológica